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      <title>Minha Casa, Minha Vida em março de 2026: novas faixas de renda, imóveis de até R$ 600 mil e os impactos no mercado habitacional</title>
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          O programa Minha Casa, Minha Vida entrou em março de 2026 em uma nova fase de expansão, com mudanças relevantes nas faixas de renda, aumento do teto dos imóveis financiados e sinais cada vez mais claros de que o programa voltou a ocupar um papel central na política habitacional e no mercado imobiliário brasileiro. Com data de referência em 1º de abril de 2026, o cenário apresentado pelo relatório mostra um MCMV mais robusto, com metas ampliadas, forte presença nacional e impacto direto tanto na construção civil quanto no acesso à moradia para famílias de baixa e média renda.  
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           Entre os principais destaques do período, o programa projeta alcançar 3 milhões de moradias contratadas até o fim de 2026, número que reforça a aceleração da política habitacional após a retomada iniciada em 2023. Desde então, já foram entregues 1,4 milhão de moradias, com um investimento total contratado de R$ 343,4 bilhões entre 2023 e 2026. O peso econômico também chama atenção: o crédito imobiliário já supera 10% do PIB nacional, um salto expressivo quando comparado ao patamar de cerca de 2% antes da criação do programa. Além disso, o MCMV já responde por 52% dos lançamentos imobiliários do país, com participação ainda mais forte no Norte, onde chega a 69%, e no Nordeste, com 64%. Ao mesmo tempo, o déficit habitacional recuou 3,4% em 2024, pelo segundo ano seguido, chegando a 7,4% dos domicílios ocupados.    
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           A principal novidade de março foi a aprovação, pelo Conselho Curador do FGTS, em 24 de março de 2026, de mudanças importantes nas regras do programa. O objetivo das alterações foi ampliar o acesso à moradia e atualizar os parâmetros do MCMV à realidade econômica do país. Na prática, houve aumento dos limites de renda familiar e elevação do teto do valor dos imóveis financiados nas faixas superiores. A Faixa 1 passou de até R$ 2.850 para até R$ 3.200, um reajuste de 12%. A Faixa 2 subiu de até R$ 4.700 para até R$ 5.000, avanço de 6%. Já a Faixa 3 foi de até R$ 8.600 para até R$ 9.600, com reajuste de 12%, além de aumento do teto do imóvel de R$ 350 mil para R$ 400 mil. A maior mudança ocorreu na Faixa 4, voltada à classe média, que saiu de até R$ 12 mil para até R$ 13 mil de renda, com teto do imóvel ampliado de R$ 500 mil para R$ 600 mil.  
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           Essas mudanças ganham ainda mais relevância quando se observa o contexto do salário mínimo reajustado para R$ 1.621 em 2026. Com isso, o novo teto da Faixa 1, fixado em R$ 3.200, ficou próximo de dois salários mínimos, o que ajuda a manter famílias de menor renda dentro das melhores condições de financiamento oferecidas pelo programa. Segundo o relatório, ao menos 87,5 mil famílias devem ser beneficiadas diretamente por essa atualização, podendo migrar para faixas com juros mais baixos.  
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           Ao mesmo tempo, o mês também consolidou uma mudança que já vinha gerando ruído no mercado: a restrição dos subsídios da Faixa 2, em vigor desde 1º de janeiro de 2026. Embora famílias com renda entre R$ 4 mil e R$ 5 mil continuem formalmente enquadradas nessa faixa, elas deixaram de ter acesso ao subsídio habitacional por força de alterações aprovadas no fim de 2025 pelas Resoluções nº 1.132 e nº 1.138 do Conselho Curador do FGTS. Em compensação, o valor mínimo do subsídio foi elevado de R$ 500 para R$ 1.500, e o subsídio máximo da Faixa 1 foi ampliado para R$ 65 mil na região Norte, permanecendo em R$ 55 mil nas demais regiões. Segundo o Ministério das Cidades, a medida busca priorizar famílias de menor renda e preservar o orçamento do FGTS. Ainda assim, o mercado registrou relatos de compradores que foram surpreendidos ao descobrir a perda do benefício apenas no momento da assinatura do contrato com a Caixa, o que revela falhas de comunicação nessa transição.  
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           No campo das entregas e contratações, março confirmou o ritmo acelerado do programa. O Governo Federal já havia atingido a meta de 2 milhões de contratações com um ano de antecedência, ainda no fim de 2025, e agora trabalha com a projeção de chegar a 3 milhões até dezembro de 2026. As contratações realizadas de 2023 até agora já superam em 51% o volume observado entre 2019 e 2022, e a expansão acumulada pode alcançar 120% até o fim do ano. Em 24 de março de 2026, em um evento simultâneo nacional transmitido de Brasília e de quatro municípios, foram entregues 2.215 novas unidades habitacionais, beneficiando mais de 8.800 pessoas. Santarém, no Pará, liderou com 1.408 unidades e R$ 116,3 milhões investidos. Em seguida vieram Rio Largo, em Alagoas, com 609 unidades e R$ 64,5 milhões; Dias d’Ávila, na Bahia, com 148 unidades e R$ 21,83 milhões; e São Brás, também em Alagoas, com 50 unidades e R$ 3,75 milhões.  
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           Os números por estado mostram a escala do programa. São Paulo aparece com 393 mil moradias entregues entre 2023 e 2026, 613,8 mil unidades contratadas e R$ 107,2 bilhões em investimentos. Minas Gerais soma 157 mil entregas e 183,2 mil unidades contratadas. O Rio Grande do Sul registra 110 mil entregas e 153,5 mil contratações. O Ceará aparece com 50,4 mil moradias entregues; o Rio Grande do Norte, com 31,7 mil entregas e 47,3 mil unidades contratadas; o Maranhão, com 25,8 mil entregas; o Distrito Federal, com 12,5 mil entregas e 21 mil contratações; o Espírito Santo, com 12,1 mil entregas e 18,5 mil contratações; Santa Catarina, com 59 mil entregas, 60,7 mil unidades contratadas e R$ 11,2 bilhões em investimentos; e o Acre, com 793 moradias entregues, 3 mil contratadas e R$ 428,3 milhões investidos. Em São Paulo, a média anual supera 124 mil entregas desde 2023. Em Santa Catarina, passa de 19 mil por ano. Segundo o Ministério das Cidades, 60% das casas construídas em território catarinense estão vinculadas ao MCMV. No total, o programa já impactou 88% das cidades brasileiras, alcançando 4.911 municípios em todas as regiões do país.  
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           Os indicadores apresentados no relatório reforçam o alcance econômico e social do programa. Em São Paulo, as entregas anuais foram de 126,6 mil unidades em 2023, 140,2 mil em 2024, 116,9 mil em 2025 e 9,2 mil em 2026 até março. Na participação regional dos lançamentos, o MCMV responde por 69% no Norte, 64% no Nordeste, 52% na média nacional, 48% no Sul, 45% no Sudeste e 42% no Centro-Oeste. O déficit habitacional total estimado no Brasil é de 5,8 milhões de moradias, sendo cerca de 90% concentrado em famílias de baixa renda. O programa também aparece associado a outras frentes importantes: o Reforma Casa Brasil já somava 55 mil contratos nos quatro primeiros meses, com R$ 40 bilhões disponíveis até 2026; a linha MCMV Classe Média já contabilizava 29,8 mil contratações, com previsão de atingir 120 mil até o fim de 2026; e 1 milhão de moradias já haviam sido quitadas para beneficiários do BPC e do Bolsa Família, com redução das parcelas de 120 para 60. Em termos de imagem pública, o programa apresentava 90% de aprovação popular, segundo pesquisa Genial/Quaest.    
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           As declarações de março ajudam a entender a narrativa política e institucional que acompanha esse momento do programa. Durante a cerimônia de entrega de 24 de março, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que sonha com o dia em que nenhum brasileiro fique sem casa para morar, associando essa meta a uma missão de vida. No mesmo evento, Rui Costa declarou que o governo chegará a 3 milhões de casas contratadas em 2026 e destacou que São Paulo atingiu um número histórico, com 60% das casas construídas vinculadas ao programa. Jader Filho, ministro das Cidades, afirmou em 9 de março, no Fórum Norte e Nordeste da Indústria da Construção, que 2026 será o maior ano da história da habitação no país, citando a ampliação do “cheque” habitacional para até R$ 65 mil e a redução das taxas de juros. Carlos Vieira, presidente da Caixa, reforçou o peso do programa sobre o PIB, lembrando que a participação do crédito imobiliário passou de cerca de 2% para mais de 10%. Já Luiz França, da ABRAINC, avaliou que o MCMV se consolidou como pilar do setor imobiliário, ao responder por metade dos lançamentos e quase metade das vendas no último trimestre. Marcos Holanda, do Fórum Norte e Nordeste da Indústria da Construção, destacou a importância da articulação entre governo, instituições financeiras, estados e municípios para ampliar investimentos e alinhar políticas públicas.  
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           Na mídia, março foi dominado pela repercussão das novas regras. Portais como G1, Valor Econômico, InfoMoney e IstoÉ Dinheiro deram grande visibilidade ao aumento dos tetos de renda e dos limites dos imóveis. O G1 destacou o impacto da possibilidade de financiar imóveis de até R$ 600 mil para famílias com renda de até R$ 13 mil. O Valor Investe enfatizou a exclusão de parte da Faixa 2 do subsídio e a elevação do piso do benefício. O portal Portas analisou os reajustes contínuos do programa a partir da tensão entre ajuste técnico e calendário eleitoral. A IstoÉ Dinheiro resumiu as novas faixas e os novos tetos aprovados em 24 de março. O Valor Econômico repercutiu a leitura do governo de que o programa ajudou a reduzir o déficit habitacional. Já o Secovi-SP destacou reuniões e articulações com entidades do setor para discutir ambiente de negócios e prioridades do mercado imobiliário. Nas redes sociais, os perfis @govbr e @governosp tiveram alto engajamento com entregas regionais e com as novas regras do programa. No TikTok e no Instagram, corretores e compradores passaram a produzir conteúdos explicativos sobre os novos tetos e sobre a perda de subsídio na Faixa 2. No LinkedIn, o estudo “MCMV: Panorama 2025”, da ABRAINC, ganhou tração ao divulgar 224.842 unidades lançadas, alta de 13,5%, e 196.876 unidades vendidas, crescimento de 15,9% em 2025.    
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           Do ponto de vista estratégico, o relatório aponta que os reajustes do MCMV podem ser lidos por duas chaves ao mesmo tempo. De um lado, há uma necessidade técnica real, provocada pela inflação dos insumos, pela escassez de mão de obra e pelo descolamento entre os antigos tetos e os preços de mercado. De outro, em um ano eleitoral como 2026, o momento dos anúncios também cumpre função política, sobretudo ao ampliar o alcance do programa para a classe média urbana por meio da Faixa 4. As duas interpretações convivem e não se anulam.  
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           Para incorporadoras e players do setor, as oportunidades são claras. O novo teto de R$ 400 mil na Faixa 3 e o de R$ 600 mil na Faixa 4 tendem a destravar lançamentos em capitais como Brasília, Curitiba e Florianópolis, onde o custo da terra vinha inviabilizando projetos dentro dos limites anteriores. O acesso ao crédito subsidiado para a classe média também transforma a Faixa 4 em alternativa mais competitiva em um contexto de Selic elevada. A recomendação estratégica é que o mercado priorize lançamentos nessa faixa em capitais e desenvolva produtos especificamente voltados a esse público. Ao mesmo tempo, a restrição de subsídios para famílias com renda entre R$ 4 mil e R$ 5 mil exige ajuste de comunicação comercial e de simulações de crédito, já que o valor de entrada sobe para esse grupo. O Reforma Casa Brasil aparece como nova linha de receita, com potencial de ser incorporado ao portfólio das empresas, enquanto a regularização fundiária, exemplificada pelas 35 mil famílias atendidas em Belém, sinaliza oportunidade de expansão futura e maior segurança jurídica em novos mercados.  
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           O relatório também alerta para gargalos. A comunicação sobre a mudança de subsídios foi considerada insuficiente pelo mercado, gerando surpresas no momento da assinatura dos contratos. Além disso, o padrão de reajustes frequentes e irregulares cria descontinuidade para incorporadores, dificulta o planejamento de novos lançamentos e gera ciclos de escassez entre uma atualização e outra. Para o setor imobiliário, a credibilidade de longo prazo do programa depende de ele ser percebido como política de Estado estável, e não apenas como agenda ajustada ao ciclo eleitoral.  
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           Regionalmente, os efeitos também não serão uniformes. A revisão das faixas tende a produzir impactos maiores em estados como Pernambuco, Ceará e Bahia, onde há maior concentração de famílias nas rendas afetadas. A região Norte, por sua vez, já atingiu 8% de utilização dos recursos do FGTS, muito próxima da meta de 9%, o que sugere aceleração relevante na demanda e no ritmo de contratação. Isso indica que o desenho do programa, embora nacional, terá efeitos mais intensos em mercados específicos, dependendo do perfil de renda, da oferta de terrenos e do estágio de maturidade da produção local.  
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           Em resumo, março de 2026 consolidou o Minha Casa, Minha Vida como o principal motor da habitação popular e uma das engrenagens mais relevantes da construção civil brasileira. Com metas ampliadas, maior presença territorial, nova abertura para a classe média, redução do déficit habitacional e alto nível de aprovação popular, o programa reforça seu peso econômico e social. Ao mesmo tempo, as mudanças nas regras, especialmente na Faixa 2, mostram que o crescimento do MCMV exige comunicação mais clara, previsibilidade regulatória e adaptação estratégica por parte de corretores, incorporadoras e agentes financeiros. O mercado que conseguir entender rapidamente essa nova configuração tende a sair na frente em 2026.  
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      <pubDate>Fri, 17 Apr 2026 19:15:46 GMT</pubDate>
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      <title>Mercado Imobiliário da Costa Esmeralda em Abril de 2026: lançamentos, infraestrutura, valorização e tendências em Tijucas, Itapema e Porto Belo</title>
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          O mercado imobiliário da Costa Esmeralda, em Santa Catarina, segue em ritmo acelerado e cada vez mais estratégico para investidores, incorporadoras, equipes comerciais e agentes institucionais. Com foco em Tijucas, Itapema, Porto Belo e municípios adjacentes, o cenário de março de 2026, publicado em 1º de abril de 2026, confirma uma combinação poderosa entre valorização imobiliária, avanço de infraestrutura, novos lançamentos, mudanças regulatórias e forte repercussão nas redes sociais. O relatório foi produzido pela AMC · Inteligência de Mercado e tem como objetivo oferecer análise estratégica e curadoria de dados para tomada de decisão comercial e institucional.  
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           Logo nos principais indicadores, a região já mostra a força do momento. Itapema aparece com preço médio de R$ 14.843 por metro quadrado, segundo o FipeZAP de dezembro de 2025, ocupando a segunda posição no Brasil e acumulando valorização de 6,52% em 2025. Porto Belo, nas áreas nobres, já supera R$ 35.000 por metro quadrado e trabalha com projeção de valorização adicional de 30% em dois anos. Em volume geral de vendas, Porto Belo atingiu R$ 3,8 bilhões em 2025 e superou Balneário Camboriú. O CUB/SC Residencial Médio fechou março de 2026 em R$ 3.028,45 por metro quadrado, com alta mensal de 0,30%. Já a Selic caiu para 14,75% ao ano em março de 2026, com redução de 0,25 ponto percentual. Em Tijucas, o Rio Parque surge como símbolo do novo ciclo, com VGV estimado em R$ 1 bilhão.  
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            Lançamentos e atualizações que movimentam a Costa Esmeralda
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           Entre os lançamentos e movimentos mais relevantes do período, Tijucas ganhou destaque com o Rio Parque — Bairro Planejado, da Novo Ambiente Urbanismo. O empreendimento possui área total de 460.000 m², VGV estimado em R$ 1 bilhão, padrão alto, tipologia de lotes com componente residencial e como diferencial uma marina privativa com parque de 2 km. Lançado em 26 de março de 2026, o projeto é apresentado como o primeiro bairro-parque de Tijucas. Localizado entre os rios Tijucas e Oliveira, com acesso fluvial ao mar em cerca de 20 minutos, ele posiciona a cidade como nova fronteira de valorização da Costa Esmeralda. Fonte citada no relatório: Jornal Razão, de 27/03/2026.  
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           Em Porto Belo, o Ecossistema Neymar Jr. também chamou atenção. Trata-se de uma parceria entre JTA e Porto Belo Lagos, inserida em um contexto territorial de cerca de 1 milhão de m², com complexo de 14.100 m² voltado ao segmento altíssimo padrão e luxo. A tipologia mistura esportivo e residencial, e o anúncio ocorreu em março de 2026. Segundo o relatório, o megacomplexo combina esportes de alto nível, moradia de luxo e serviços premium, reforçando o posicionamento de Porto Belo como destino de altíssimo padrão no litoral catarinense. As fontes mencionadas são o Diário do Centro do Mundo e o Instagram oficial do projeto, @ecossistema_neymarjr.  
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           Em Itapema, o grande destaque foi o Casa Itapema — MCMV, promovido pela Prefeitura de Itapema. O projeto prevê 1.120 apartamentos, com terrenos doados que somam R$ 64,2 milhões, dentro do programa Minha Casa Minha Vida nas Faixas 2 e 3. Os tetos informados são de R$ 210.000 por unidade na Faixa 2 e R$ 350.000 por unidade na Faixa 3, com prazo de obras de 36 meses após contrato. O relatório o define como o maior projeto habitacional da história de Itapema, distribuído em quatro áreas — Casa Branca, Sertão do Trombudo e Morretes — com torres de até 12 pavimentos e 12 apartamentos por andar. A fonte citada é ND Mais, de 10/03/2026.  
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           Ainda em Tijucas, o Flores de Sal — Bairro Cidade, da Urbani Cidades em parceria com o Grupo Petrasalis, aparece como outro projeto de peso. O empreendimento reúne mais de 100.000 m² de área de lazer, com um Parque das Flores de 70.000 m² de área verde. Os lotes residenciais vão de 250 m² a 366 m², enquanto os comerciais variam de 366 m² a 520 m². Os valores partem de R$ 324.000, com entrada de 10% e parcelamento em até 180 vezes. Localizado na SC-410, km 8, em Nova Descoberta, o projeto tinha sua primeira fase cerca de 60% concluída em março de 2026. O relatório o classifica como o maior bairro-cidade do Sul do Brasil, com lago de 20.000 m², pista de caminhada, praças temáticas, espaço para food trucks, área teen, gramado pet friendly e Associação de Moradores. As fontes indicadas são o site floresdesal.com.br e o Instagram @floresdesaloficial.  
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           Outro nome relevante em Tijucas é o Altos de Santa Helena, da Terraza Urbanismo. O lançamento oferece lotes entre 250 m² e 1.342 m², a partir de R$ 265.000, com entrada de R$ 35.000. O financiamento prevê 20% de entrada mais 36 parcelas sem juros ou até 120 parcelas. Classificado como médio-alto padrão e com tipologia de loteamento urbano, o empreendimento estava em lançamento em 2026. De acordo com o relatório, trata-se de um projeto que alia herança cultural e evolução urbana de Tijucas, com infraestrutura completa, lazer integrado e equilíbrio entre cidade e natureza, sendo apontado como o maior lançamento urbanístico recente da cidade. As fontes mencionadas são Terraza Urbanismo e lancamentossc.com.br.  
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           Na tabela comparativa de lançamentos da Costa Esmeralda, o relatório também menciona outros empreendimentos: Melbourne Tower, em Porto Belo, da Locana, de alto padrão, em pré-lançamento; Charles II Yacht Royal, em Itapema, na Meia Praia, da Okean/Gessele, de altíssimo padrão, confirmado; e Monte Moriá, em Porto Belo, no bairro Perequê, da Império, de alto padrão, também confirmado. Para Casa Itapema, o VGV estimado é de aproximadamente R$ 392 milhões. Já para os demais, diversos dados de VGV não haviam sido divulgados. As fontes da tabela incluem MySide, Jornal Razão, ND Mais, floresdesal.com.br, Terraza Urbanismo e perfis oficiais das incorporadoras no Instagram.  
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            Avanços relevantes de infraestrutura e investimentos
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           Na parte de avanços relevantes, o relatório mostra como a valorização regional está sendo sustentada por investimentos concretos.
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           Em 31 de março de 2026, foi anunciado o novo hospital de R$ 200 milhões em Porto Belo. Será o primeiro hospital da cidade, com complexo de 30.000 m², investimento liderado pela Thozen Construtora e gestão da Clínica Via Imagem. A estrutura contará com 10 leitos de UTI, 6 salas de centro cirúrgico, UPA 24 horas, 30 leitos de internação e capacidade para atender 200 pacientes por dia. As obras começam em 2026 e devem gerar cerca de 150 empregos diretos. O projeto é apresentado como resposta ao crescimento populacional de 72% em uma década.  
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           Também em março de 2026, houve a assinatura de contratos para o molhe e dragagem do Rio Santa Luzia, entre Porto Belo e Tijucas. Segundo o relatório, a obra deve viabilizar acesso de embarcações maiores, criação de marinas e equipamentos de lazer na foz do rio. A projeção dos especialistas citados é de valorização adicional de até 30% nos imóveis da região nos próximos dois anos. O metro quadrado nas áreas nobres já supera R$ 35.000.  
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           Outro avanço importante foi o financiamento de R$ 250 milhões para obras estruturantes em Itapema, analisado pela Câmara por meio do PL 188/2026. O projeto autoriza a contratação de recursos para alargamento da faixa de areia da Meia Praia, reconstrução da UBS Central, construção de escolas e creches. A proposta é assinada pelo prefeito Alexandre Xepa, do PL.  
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           O relatório também cita a Senna Tower, em Balneário Camboriú, que utiliza uma megafuradeira inédita de R$ 50 milhões. O empreendimento promete ser o maior edifício residencial do mundo, com mais de 550 metros de altura. Embora esteja fora da Costa Esmeralda, ele é apresentado como referência de sofisticação que eleva o padrão de toda a região e atrai investidores internacionais.  
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    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Em Itapema, o Píer Oporto entrou na reta final das obras. Com 18.274 m² de área total, o empreendimento possui estacionamento para 226 veículos, 50 vagas molhadas para embarcações de até 60 pés, marina com capacidade para 400 barcos e investimento de R$ 19 milhões. Em apenas 60 dias de funcionamento parcial, já havia recebido mais de 1 milhão de visitantes. A reurbanização da orla de Itapema, por sua vez, já ultrapassava 50% de execução, transformando a Meia Praia em polo náutico e turístico de referência nacional.  
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    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Em janeiro de 2026, Porto Belo também recebeu R$ 13,5 milhões em investimentos da SCGás para expansão da rede de gás natural entre 2026 e 2027. Paralelamente, a prefeitura assinou ordens de serviço para pavimentação viária, drenagem, sinalização e obras de contenção em várias vias do município. O relatório reforça que esses aportes ajudam a sustentar o crescimento do setor imobiliário, que já havia movimentado R$ 1,5 bilhão em apenas três meses no segundo semestre de 2025.  
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    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
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      &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Outro marco apontado foi a Licença Ambiental de Instalação protocolada para os molhes e dragagem do Rio Tijucas. A Prefeitura de Tijucas protocolou no IMA o pedido da LAI para a construção dos Molhes Norte, com 481 metros, e Sul, com 342 metros, além da dragagem do Rio Tijucas, tratada no relatório como a maior obra da história da cidade, com investimento estimado em R$ 55,35 milhões. O projeto prevê remoção de 112.477 m³ de sedimentos, canal de 900 metros de extensão e profundidade entre 2,50 e 6,00 metros. O prazo estimado é de 12 meses para os molhes e 166 dias para a dragagem. A Marinha do Brasil já havia autorizado a construção em agosto de 2025, e a Licença Ambiental Prévia de número 3147/2025 foi concedida em setembro de 2025. A LAI é apresentada como a última etapa burocrática antes do início das obras. A projeção de valorização imobiliária segue em até 30% nos dois anos seguintes.  
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  &lt;div&gt;&#xD;
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      &lt;br/&gt;&#xD;
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      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Tendências de mercado e comportamento do setor
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      &lt;/b&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Ao analisar as tendências de mercado, o relatório reúne dados que ajudam a entender o comportamento dos preços e as perspectivas para o segundo semestre de 2026.
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    &lt;/font&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
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      &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;/div&gt;&#xD;
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    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Na evolução do preço médio por metro quadrado em Itapema, em comparação com Balneário Camboriú, os números apresentados são os seguintes: em 2021, Itapema estava em R$ 7.200/m² e Balneário Camboriú em R$ 7.800/m²; em 2022, Itapema subiu para R$ 9.500/m² e Balneário para R$ 10.200/m², com alta de 31,9% em Itapema; em 2023, Itapema foi para R$ 11.800/m² e Balneário para R$ 12.500/m², com alta de 24,2%; em 2024, Itapema chegou a R$ 13.200/m² e Balneário a R$ 13.800/m², com alta de 11,9%; em 2025, Itapema alcançou R$ 14.843/m² e Balneário R$ 14.906/m², com variação anual de 12,4%; em fevereiro de 2026, Itapema registrou R$ 14.944/m² e Balneário Camboriú R$ 15.030/m², com alta de 0,7% para Itapema. Fonte informada: FipeZAP / ZAP Imóveis.  
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
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      &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           No comparativo de VGV por cidade, estimado para 2025 com base em dados públicos, Porto Belo aparece com R$ 3,8 bilhões, liderando Santa Catarina; Itapema com R$ 2,7 bilhões; Balneário Camboriú com R$ 2,4 bilhões; Tijucas com R$ 650 milhões; e Bombinhas com R$ 400 milhões. O relatório destaca esse desempenho de Porto Belo como um caso sem precedentes de VGV per capita no Brasil, considerando que a cidade tem cerca de 30 mil habitantes.  
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
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      &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           No ranking nacional de preço médio do metro quadrado, com base no FipeZAP de fevereiro de 2026, Balneário Camboriú lidera com R$ 15.030/m², seguida por Itapema com R$ 14.944/m², depois Vitória, com R$ 14.108/m², Itajaí, com R$ 12.848/m², e Florianópolis, com R$ 12.773/m².  
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Na evolução do CUB/SC Residencial Médio, os dados apresentados pelo Sinduscon-SC são: outubro de 2025 em R$ 2.890,00/m²; novembro de 2025 em R$ 2.910,00/m², com alta de 0,69%; dezembro de 2025 em R$ 2.940,00/m², com alta de 1,03%; janeiro de 2026 em R$ 2.975,00/m², com alta de 1,19%; fevereiro de 2026 em R$ 3.019,00/m², com alta de 1,48%; e março de 2026 em R$ 3.028,45/m², com alta de 0,31%.  
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
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      &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           O relatório ainda traz um destaque estratégico: Porto Belo movimentou R$ 3,8 bilhões em vendas em 2025 e superou Balneário Camboriú em volume financeiro negociado. Para uma cidade de aproximadamente 30 mil habitantes, isso representa um VGV per capita sem precedentes no Brasil.  
          &#xD;
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      &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Outro ponto-chave é o impacto da Selic. Com a taxa em 14,75% ao ano e expectativa de novas reduções, os bancos já operam com financiamentos entre 10% e 12% ao ano para imóveis residenciais. A conclusão do relatório é direta: o segundo semestre de 2026 tende a ter aumento significativo de demanda, o que deve pressionar ainda mais os preços na Costa Esmeralda.  
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
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      &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Na tabela de indicadores macroeconômicos relevantes para março de 2026, o relatório sintetiza que a Selic em 14,75% ao ano, com queda de 0,25 ponto, ajuda a destravar o crédito imobiliário; o CUB/SC em R$ 3.028,45/m² pressiona o custo de construção; o FipeZAP Nacional acumulado em 6,52% em 2025 representa a segunda maior alta em 11 anos e reforça a valorização patrimonial acelerada; o metro quadrado de Itapema em R$ 14.843 mostra escassez somada à alta demanda; o metro quadrado de Porto Belo em áreas nobres acima de R$ 35.000 reforça a força da infraestrutura náutica e da demanda; e o financiamento bancário na faixa de 10% a 12% ao ano amplia o público comprador.  
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Aspectos éticos e legais que afetam o setor
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
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      &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Na parte regulatória, o relatório destaca o PL nº 134/2025, em Itapema, que trata da comprovação de capacidade financeira por parte de construtoras e incorporadoras. Segundo o texto, a ACITA protocolou em 23 de março de 2026 uma manifestação junto à Câmara de Vereadores de Itapema apontando possível inconstitucionalidade do projeto. Entre os pontos levantados estão barreiras à livre iniciativa, insegurança jurídica, sobreposição com normas federais e ampliação da discricionariedade administrativa. Como alternativa, a entidade sugere fortalecer a fiscalização das normas já existentes e ampliar a transparência dos empreendimentos.  
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Também é citado o PL nº 170/2026, voltado à proteção do patrimônio público imobiliário em Itapema. O objetivo do projeto seria proteger o patrimônio público, desestimular práticas irregulares no mercado imobiliário e garantir maior responsabilidade nas transações envolvendo bens municipais.  
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
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      &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Outro ponto importante é a atualização do Minha Casa Minha Vida em 2026. O relatório informa que os limites de renda e os tetos de financiamento devem ser ampliados. A Faixa 1 passa de até R$ 2.850 para até R$ 3.200, com variação de 12%. A Faixa 2 vai até R$ 5.000. A Faixa 3 passa de até R$ 8.600 para até R$ 9.600, com variação de 12% e teto subindo de R$ 350.000 para R$ 400.000. Já a Faixa 4 vai de até R$ 12.000 para até R$ 13.000, com variação de 8% e teto subindo de R$ 500.000 para R$ 600.000. Para o litoral catarinense, o relatório interpreta essa mudança como oportunidade para construtoras que atuam no segmento econômico, especialmente em Itapema, por causa do programa Casa Itapema.  
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Reflexões e análises estratégicas
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Na leitura estratégica do cenário, o relatório traz quatro reflexões centrais.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A primeira é que a Costa Esmeralda deixou de ser promessa e virou consolidação. Porto Belo superou Balneário Camboriú em VGV em 2025, enquanto Tijucas surge como nova fronteira de valorização. O capital investidor estaria migrando para regiões onde ainda há potencial de upside, e a Costa Esmeralda oferece isso junto com infraestrutura em chegada.  
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A segunda reflexão é que o ciclo de infraestrutura funciona como gatilho de valorização. A assinatura dos contratos do molhe do Rio Santa Luzia e o anúncio do hospital de R$ 200 milhões em Porto Belo são apresentados como gatilhos clássicos. Quando a infraestrutura sai do papel e vira contrato assinado, o investidor precifica a segurança. Por isso, a projeção de mais 30% em dois anos é tratada como conservadora.  
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A terceira reflexão é que Tijucas representa uma janela de oportunidade. Com o lançamento do Rio Parque, de VGV estimado em R$ 1 bilhão, a cidade entra definitivamente no radar dos grandes investidores. Como o preço do metro quadrado ainda está abaixo de Itapema e Porto Belo, a combinação entre localização estratégica e potencial de retorno torna a equação especialmente favorável.  
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A quarta reflexão trata da Selic em queda como janela tática de compra. Com a taxa em 14,75% e perspectiva de novas reduções, o comprador que entra agora consegue travar preço antes que o crédito mais barato aqueça a demanda e pressione ainda mais os valores. O relatório aponta esse argumento como um dos mais poderosos para a equipe comercial neste momento.  
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Aplicações práticas para equipes comerciais e incorporadoras
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Com base nos dados do período, o relatório organiza seis aplicações práticas.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A primeira é usar os contratos do molhe do Rio Santa Luzia e o anúncio do hospital de R$ 200 milhões em Porto Belo como argumento de urgência, apresentando a projeção de valorização como consequência direta de obras e não como promessa.  
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A segunda é atualizar imediatamente tabelas, viabilidades, CAPEX e correção de parcelas com base no CUB/SC de março de 2026, que fechou em R$ 3.028,45/m², com alta de 0,30% no mês. O relatório recomenda revisar contratos com INCC conforme a variação acumulada.  
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A terceira é posicionar Tijucas como a “próxima Itapema”, apoiando esse discurso no lançamento do Rio Parque e na assinatura dos contratos de infraestrutura náutica, além do comparativo de preço por metro quadrado entre as cidades.  
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A quarta é aproveitar a oportunidade do Casa Itapema, já com credenciamento aberto para construtoras. O projeto de 1.120 unidades em terrenos públicos doados, avaliados em R$ 64,2 milhões, cria uma equação financeira vista como favorável, especialmente nas Faixas 2 e 3.  
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A quinta é monitorar de perto o andamento do PL 134/2025 em Itapema, pois, caso aprovado, ele pode criar barreiras de entrada para novos empreendedores e alterar o pipeline de lançamentos da região.  
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A sexta é reforçar a comunicação usando a Selic como gatilho de compra: com a taxa em 14,75% ao ano e financiamentos entre 10% e 12% ao ano, comprar agora significa travar preço antes que a demanda aquecida pelo crédito mais barato pressione os valores no segundo semestre de 2026.  
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            O que está em alta nas redes sociais
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           O relatório também traz uma análise de menções nas redes sociais e dos temas com maior engajamento no período.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           No Instagram, o volume de engajamento é classificado como alto. Os temas em destaque são Costa Esmeralda, Porto Belo Lagos, Rio Parque Tijucas, Neymar Jr. em Porto Belo e o metro quadrado de Itapema entre os mais caros do Brasil.  
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           No YouTube, o volume é médio, com destaque para Senna Tower, Ecossistema Neymar, investir no litoral de Santa Catarina e FipeZAP 2026.  
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           No TikTok, a tendência é de crescimento, puxada por Neymar em Porto Belo, metro quadrado mais caro do Brasil e investimento em imóveis em Santa Catarina.  
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           No X (Twitter), o volume é baixo, mas aparecem menções a boom imobiliário em Santa Catarina, Selic e imóveis, além da verticalização do litoral.  
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Nos portais locais, o volume de cobertura é alto, com destaque para o hospital de Porto Belo, o Casa Itapema, o Rio Parque Tijucas e o PL 134/2025 com manifestação da ACITA.  
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Entre os empreendimentos em evidência nas redes, o relatório afirma que o Ecossistema Neymar Jr. em Porto Belo foi o conteúdo imobiliário mais viral do período, com cobertura espontânea em várias plataformas. A FG Empreendimentos, por meio da Senna Tower, mantém presença forte em YouTube e Instagram. Já a CRI Soluções Imobiliárias, do litoral norte, é citada por ter alcançado R$ 120 milhões em vendas em janeiro de 2026, com projeção de R$ 600 milhões para o ano.  
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Comparativo de VGV e ticket médio por cidade
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Na comparação de desempenho financeiro e posicionamento por município, o relatório apresenta Porto Belo como destino de luxo, com VGV estimado em R$ 3,8 bilhões em 2025, preço médio entre R$ 15.000 e R$ 35.000 por metro quadrado e ticket médio entre R$ 1,5 milhão e R$ 5 milhões ou mais, com foco em alto e altíssimo padrão.  
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Itapema aparece com VGV entre R$ 2,5 bilhões e R$ 3 bilhões, preço médio de R$ 14.843 por metro quadrado e ticket médio entre R$ 800 mil e R$ 3 milhões, com predominância de médio e alto padrão e valorização de 6,52% em 2025. O posicionamento atribuído é o de segundo metro quadrado mais caro do Brasil.  
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Tijucas surge com VGV entre R$ 500 milhões e R$ 800 milhões, preço médio entre R$ 5.000 e R$ 10.000 por metro quadrado e ticket médio de R$ 400 mil a R$ 1,5 milhão, com predominância de médio padrão e lotes. O posicionamento é de nova fronteira, com crescimento acelerado.  
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Bombinhas aparece com VGV entre R$ 300 milhões e R$ 500 milhões, preço médio entre R$ 8.000 e R$ 15.000 por metro quadrado, ticket entre R$ 600 mil e R$ 2 milhões e leitura de turismo premium.  
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Balneário Camboriú entra como referência nacional, com VGV de R$ 2,4 bilhões, preço médio de R$ 14.906 por metro quadrado e tickets que vão de R$ 1 milhão a mais de R$ 70 milhões, mantendo o posto de metro quadrado mais caro do Brasil e sendo classificada como referência nacional. O relatório observa que os valores são estimativas com base em dados públicos.  
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Na comparação de ticket médio por tipologia na Costa Esmeralda, o relatório apresenta os seguintes valores estimados para março de 2026. Em studio ou 1 quarto econômico, Porto Belo trabalha com cerca de R$ 450 mil, Itapema com R$ 380 mil e Tijucas com R$ 280 mil. Em 2 quartos de médio padrão, Porto Belo gira em torno de R$ 900 mil, Itapema R$ 750 mil e Tijucas R$ 500 mil. Em 3 quartos ou suítes de alto padrão, Porto Belo chega a R$ 1,8 milhão, Itapema a R$ 1,4 milhão e Tijucas a R$ 900 mil. Em 4 suítes de altíssimo padrão, Porto Belo aparece com R$ 3,5 milhões, Itapema com R$ 2,8 milhões e Tijucas com R$ 1,5 milhão. Já em cobertura ou penthouse de luxo, Porto Belo supera R$ 8 milhões, Itapema supera R$ 6 milhões e Tijucas supera R$ 2,5 milhões.  
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           O comparativo visual do ticket médio para a tipologia de 3 quartos / alto padrão reforça Porto Belo em R$ 1,8 milhão, Itapema em R$ 1,4 milhão e Tijucas em R$ 900 mil.  
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Recomendações de conteúdo e acompanhamento de mercado
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Na seção final, o relatório reúne recomendações de entretenimento e atualização profissional para quem atua ou investe no setor imobiliário da região.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A primeira recomendação é acompanhar a Senna Tower, da FG Empreendimentos, no YouTube e em conteúdos de construção. O projeto é citado como o maior edifício residencial do mundo em construção, com megafuradeira de R$ 50 milhões e mais de 550 metros de altura. A lógica é entender o nível de sofisticação exigido pelo mercado de altíssimo padrão.  
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A segunda é acompanhar mensalmente o FipeZAP, por meio de podcast, blog e conteúdos de mercado, para monitorar a evolução dos preços por cidade e atualizar argumentação comercial e tabelas.  
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A terceira é seguir o Ecossistema Neymar Jr. — Porto Belo Lagos no Instagram, usando o projeto como termômetro do que o mercado de altíssimo padrão espera de Porto Belo nos próximos anos.  
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A quarta é acompanhar o Rio Parque Tijucas em portais e jornais especializados em infraestrutura, observando como o conceito de bairro-parque com marina privativa está sendo recebido pelo mercado e como isso pode influenciar futuros posicionamentos de produto em Tijucas.  
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A quinta é monitorar os perfis oficiais das principais construtoras da Costa Esmeralda — como FG, PHACZ, CRI e Thozen — nas redes sociais, para acompanhar lançamentos, eventos de vendas e posicionamento de produto em tempo real. O relatório lembra que a FG Empreendimentos foi a primeira de Santa Catarina no ranking INTEC 2026.  
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A sexta é manter o ND Mais como uma das principais fontes de cobertura imobiliária do litoral norte catarinense, inclusive com alertas para termos como “Itapema”, “Porto Belo” e “mercado imobiliário SC”.  
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Fontes e observações finais
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           De acordo com o relatório, todas as informações foram baseadas em fontes públicas verificadas, incluindo Jornal Razão, ND Mais, Gazeta da Semana, Folha do Estado SC, Gazeta do Povo, Rafael Cassio Blog, Tribuna do Agreste, Visor Notícias, MySide, Sinduscon-SC e FipeZAP. O documento também informa que os dados de VGV e ticket médio são estimativas construídas a partir de informações públicas disponíveis. A próxima edição está prevista para 1º de maio de 2026, dentro de uma frequência mensal.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <pubDate>Fri, 17 Apr 2026 19:07:52 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.arteaempreendimentos.com.br/mercado-imobiliario-da-costa-esmeralda-em-abril-de-2026-lancamentos-infraestrutura-valorizacao-e-tendencias-em-tijucas-itapema-e-porto-belo</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
    </item>
    <item>
      <title>FIIs batem recorde na B3: 3 mi de investidores e patrimônio de R$ 200 bi; veja o ranking</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/fiis-batem-recorde-na-b3-3-mi-de-investidores-e-patrimonio-de-r-200-bi-veja-o-ranking</link>
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      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         FIIs batem recorde na B3: 3 mi de investidores e patrimônio de R$ 200 bi; veja o ranking
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         Segmento bate três recordes simultâneos e consolida presença nas carteiras
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Janeiro não foi apenas mais um mês para os Fundos Imobiliários. Foi histórico. Pela primeira vez, o segmento atingiu três recordes simultâneos:
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          &amp;#55357;&amp;#56524; Mais de 3 milhões de investidores
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          &amp;#55357;&amp;#56524; R$ 200 bilhões em patrimônio
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          &amp;#55357;&amp;#56524; R$ 537 milhões de volume médio diário
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Tripla marca. No mesmo mês. Coincidência? Difícil. Isso é densidade de mercado.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          &amp;#55357;&amp;#56520; O investidor pessoa física virou protagonista
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A base de cotistas chegou a 3,033 milhões. Um ano antes, eram 2,785 milhões.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Quem está puxando esse crescimento? A pessoa física. Hoje, ela responde por 72,9% do patrimônio alocado em FIIs.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Institucionais ficam com 21,6%.Estrangeiros, 4,2%. Ou seja: o investidor individual não apenas entrou (ele ficou). E ficou com peso relevante.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          &amp;#55357;&amp;#56496; R$ 200 bilhões e liquidez de gente grande
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O patrimônio bateu R$ 200 bilhões, impulsionado por:
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          ✔️ Valorização das cotas
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          ✔️ Novos aportes
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          ✔️ Retorno gradual do apetite por risco
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          No mercado à vista, janeiro movimentou R$ 11,3 bilhões. Foram cerca de 15 milhões de negócios. Liquidez, aqui, não é detalhe técnico.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          É maturidade. Significa profundidade para entrar. E segurança para sair.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          &amp;#55357;&amp;#56522; O IFIX voltou ao radar
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O termômetro do setor, o IFIX, avançou:
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          &amp;#55357;&amp;#56520; +2,3% em janeiro
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          &amp;#55357;&amp;#56520; +27,8% em 12 meses
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          &amp;#55357;&amp;#56520; +21,33% em 2025 (maior alta desde 2019)
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Depois de um período de juros altos e renda fixa dominando as carteiras, o movimento começa a mudar.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          E aqui entra o personagem central dessa história: a Selic.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Com a taxa em 15% ao ano, a simples perspectiva de cortes em 2026 já está redefinindo a equação risco-retorno.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Quando a renda fixa perde protagonismo relativo, os FIIs ganham brilho novamente. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Distribuição recorrente + potencial de valorização. A combinação volta a seduzir.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          &amp;#55356;&amp;#57324; Quem concentrou o volume?
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Entre os fundos mais negociados de janeiro, destacam-se:
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Capitânia Office (CPOF11) – R$ 41,2 milhões de ADTV
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          TRX Real Estate (TRXF11) – R$ 22,3 milhões
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Kinea Rendimentos (KNCR11) – R$ 19,3 milhões
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Maxi Renda (MXRF11) – R$ 19,2 milhões
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          BTG Pactual Logística (BTLG11) – R$ 18,9 milhões
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          XP Malls (XPML11) – R$ 15,3 milhões
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Patria Log (HGLG11) – R$ 14,4 milhões
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Não é apenas giro. É rotação estratégica.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          &amp;#55356;&amp;#57307;️ Institucional x pessoa física: um empate técnico
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Na divisão do volume financeiro negociado:
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          ✔️ Institucionais: 39,7%
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          ✔️ Pessoa física: 39,0%
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          ✔️ Estrangeiros: 17,8%
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Equilíbrio raro. Quando diferentes perfis convivem com peso semelhante, o mercado amadurece.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Mais estratégias.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Mais horizonte de longo prazo.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Menos volatilidade impulsiva.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          De complemento a núcleo de carteira
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Com 434 fundos listados, cinco a mais que no mês anterior, os FIIs deixaram de ser acessório. Viraram peça estrutural.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O que antes era “um complemento para renda mensal” agora ocupa espaço relevante na estratégia patrimonial.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          E o recado é claro: os FIIs não são mais nicho. São infraestrutura financeira.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          &amp;#55357;&amp;#56522; O que está por trás da virada?
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Ciclo monetário. Expectativa de corte de juros. Busca por renda previsível. E uma geração de investidores mais confortável com risco moderado.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O mercado imobiliário via Bolsa ganhou profundidade. E profundidade, em finanças, significa permanência.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Janeiro pode ter sido histórico. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Mas talvez o mais relevante seja outra pergunta: estamos vendo apenas um pico, ou o início de um novo ciclo estrutural para os FIIs? 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 26 Feb 2026 16:28:59 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.arteaempreendimentos.com.br/fiis-batem-recorde-na-b3-3-mi-de-investidores-e-patrimonio-de-r-200-bi-veja-o-ranking</guid>
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    </item>
    <item>
      <title>Minha Casa, Minha Vida já responde por metade dos lançamentos e vendas do mercado imobiliário</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/minha-casa-minha-vida-ja-responde-por-metade-dos-lancamentos-e-vendas-do-mercado-imobiliario</link>
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      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Minha Casa, Minha Vida já responde por metade dos lançamentos e vendas do mercado imobiliário
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         O Minha Casa, Minha Vida (MCMV) não apenas acompanhou o crescimento do mercado imobiliário em 2025, ele foi responsável por uma fatia decisiva dessa expansão. No acumulado do ano, o programa lançou 224.842 unidades, dentro de um total de 453.005 imóveis colocados no mercado brasileiro. Na prática, isso significa que praticamente metade (cerca de 49,6%) de todos os lançamentos residenciais do país em 2025 esteve vinculada ao programa habitacional do governo. Do lado das vendas, o peso também foi expressivo: das 426,2 mil unidades comercializadas no ano, 196,876 pertenciam ao programa, o equivalente a aproximadamente 46% de todas as vendas realizadas no país. 
         &#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  
         O protagonismo ficou ainda mais evidente no quarto trimestre. Entre outubro e dezembro, o MCMV respondeu 69,188 dos 133.811 lançamentos do período, cerca de 52% do total nacional. Nas vendas, foram 53.145 unidades dentro de um universo de 109.439 imóveis negociados, algo perto de 49% do mercado no trimestre. Ou seja, praticamente um em cada dois imóveis vendidos no Brasil no fim de 2025 estava dentro do programa habitacional. 
         &#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  
         Esse desempenho não apenas garantiu escala ao segmento de habitação popular, como sustentou o próprio ritmo da construção civil em um ambiente de juros elevados. Segundo a pesquisa Indicadores Imobiliários Nacionais, da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, o mercado como um todo encerrou 2025 com recordes históricos. 
         &#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  
         Foram 453.005 unidades lançadas no ano, alta de 10,6% frente a 2024, e um Valor Geral de Lançamentos (VGL) de R$ 292,3 bilhões, também 10m6% superior ao registrado no ano anterior. As vendas cresceram 5,4% passando de 404,2 mil para 426,2 mil unidades, enquanto o Valor Geral de Vendas (VGV) somou R$ 264,2 bilhões, avanço de 3,5%.  
         &#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  
         A influência do MCMV foi particularmente relevante nas regiões mais populosas. O sudeste respondeu por 55% das vendas no quarto trimestre. No Norte, essa participação chegou a 56%. No consolidado anual, o Sudeste também liderou o crescimento dos lançamentos, com alta de 15,1% sobre 2024. 
         &#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  
         O pano de fundo para esse desempenho é uma demanda estrutural ainda elevada. Metade dos entrevistados na pesquisa declarou intenção de comprar imóvel no próximos 24 meses, sendo que o principal motivo é sair do aluguel. Apartamentos seguem como o tipo de imóvel mais desejado. 
         &#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  
         Para 2026, a expectativa é de cenário mais favorável, com possível queda da taxa básica de juros (Selic), melhora nas condições de crédito e expansão das fontes de financiamento. A meta do governo de alcançar 3 milhões de unidades contratadas pelo programa até o fim do ano reforça a perspectiva de continuidade no ritmo de contratações. 
         &#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  
         Os números mostram que o programa deixou de ser apenas um segmento específico do mercado: ele se tornou a espinha dorsal da atividade imobiliária no país. Em um ano de credito mais restrito, foi o MCMV que garantiu volume, previsibilidade e sustentação ao setor, e ajudou a levar o mercado brasileiro a novos recordes históricos. 
        &#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 26 Feb 2026 15:51:47 GMT</pubDate>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Construção civil celebra reajuste do Minha Casa, Minha Vida e prevê recorde</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/construcao-civil-celebra-reajuste-do-minha-casa-minha-vida-e-preve-recorde</link>
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      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         Reajuste dos tetos das faixas 1 e 2 do Minha Casa, Minha Vida amplia alcance do programa, destrava projetos em regiões críticas e reforça a aposta do governo em bater 3 milhões de contratos até 2026.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
          Depois de meses patinando em várias cidades do Norte e do Nordeste, o Minha Casa, Minha Vida ganhou um fôlego novo. O reajuste dos tetos das faixas 1 e 2, aprovado pelo Conselho Curador do FGTS, foi recebido pelo setor como um avanço concreto (daqueles que mexem no jogo de verdade).
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Não muda o subsídio, não cria nova regra mirabolante. Mas faz o básico bem feito: permite que mais imóveis voltem a caber dentro do programa.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          &amp;#55357;&amp;#56525; Onde o problema era maior, o efeito tende a ser mais claro
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A leitura entre construtoras é direta: o gargalo estava no preço máximo, não na demanda. Em muitas cidades médias e grandes do Norte e do Nordeste, o MCMV simplesmente deixou de fechar a conta.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Com os novos limites (que chegam a R$ 275 mil, dependendo do porte do município) o programa passa a alcançar 263 cidades, segundo o governo federal.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Em tradução livre: menos obra travada, mais projeto viável.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          &amp;#55357;&amp;#56522; Os novos tetos, sem rodeios
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Cidades maiores ganharam mais espaço para respirar:
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Municípios com mais de 750 mil habitantes: teto sobe de R$ 264 mil para R$ 275 mil
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Entre 300 mil e 750 mil habitantes: de R$ 250 mil para R$ 270 mil
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Entre 100 mil e 300 mil habitantes: de R$ 230 mil para R$ 245 mil
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Pode parecer ajuste fino. Mas, na prática, é a diferença entre lançar ou não lançar.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Custos subiram. O programa precisava acompanhar
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O setor avalia que o reajuste ajuda a compensar a alta dos custos da construção, que vinha expulsando incorporadoras das faixas de menor renda.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Quando o teto não acompanha o preço real do metro quadrado, o resultado é conhecido:
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          &amp;#55357;&amp;#56393; menos oferta
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          &amp;#55357;&amp;#56393; menos competição
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          &amp;#55357;&amp;#56393; menos moradia onde ela é mais necessária
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O ajuste não resolve tudo, mas reconecta o programa à realidade do canteiro.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          &amp;#55356;&amp;#57263; A aposta do governo é clara (e alta)
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O movimento acontece em meio à forte aposta do governo Lula no Minha Casa, Minha Vida como vitrine da política habitacional. A meta agora é ambiciosa: 3 milhões de unidades contratadas até o fim do mandato, acima da previsão inicial de 2 milhões.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Em 2025, o programa já mostrou tração:
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          quase 200 mil unidades na faixa 1
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          cerca de 157 mil na faixa 2Juntas, essas faixas responderam por 29% do total contratado no ano.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          &amp;#55357;&amp;#56496; Dinheiro tem. A pergunta é: chega onde precisa?
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Para 2026, o orçamento aprovado pelo FGTS soma R$ 160,5 bilhões para habitação e saneamento — sendo R$ 144,6 bilhões só para moradia.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Com recurso, teto ajustado e demanda represada, o setor vê um cenário favorável para retomar o crescimento justamente onde está o maior déficit habitacional do país.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A CBIC, inclusive, já prepara novas propostas para discutir a revisão das demais faixas em 2026. O diálogo com o governo, segundo a entidade, está aberto.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          &amp;#55356;&amp;#57312; No fim das contas…
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O reajuste dos tetos não é revolução. Mas é engenharia básica aplicada à política pública.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          E, num programa do tamanho do Minha Casa, Minha Vida, às vezes é isso que destrava o canteiro.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Fri, 16 Jan 2026 17:51:38 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Faixa 4 impulsiona MCMV e setor vê ano "extremamente positivo"</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/faixa-4-impulsiona-mcmv-e-setor-ve-ano-extremamente-positivo</link>
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      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         Com orçamento recorde, novas faixas e ajustes regionais, o Minha Casa, Minha Vida volta a ser o principal motor da habitação e da construção civil no Brasil.
         &#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  
         Até novembro, o Minha Casa, Minha Vida já financiou 678 mil unidades habitacionais no país. Faltam pouco mais de 20 mil contratos para igualar o recorde histórico de 2024. Considerando o ritmo, a pergunta não é se o recorde cai — é quando.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          &amp;#55357;&amp;#56522; Dinheiro não faltou. E isso muda tudo
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O programa operou em 2025 com um orçamento perto de R$ 180 bilhões, o maior já destinado à habitação no Brasil. Na prática, isso significou previsibilidade, segurança para contratar e confiança para lançar. Resultado? Um setor que parou de pisar no freio.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Segundo Luiz França, presidente da Abrainc, esse volume de recursos permitiu acelerar contratações e antecipar metas: os 2 milhões de moradias previstos para quatro anos podem ser alcançados já em 2025, com chance de chegar a 3 milhões até o fim de 2026.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          &amp;#55356;&amp;#57305;️ São Paulo entrega o retrato do efeito MCMV
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Na capital paulista, os números ajudam a contar a história. Em 12 meses até outubro, os lançamentos cresceram 41% e as vendas avançaram 10%, segundo o Secovi-SP. O SindusCon-SP não hesita em apontar o motor: o desempenho do mercado de baixa renda foi sustentado principalmente pelo Minha Casa, Minha Vida.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          &amp;#55357;&amp;#56492; “O programa voltou a ser o principal eixo da habitação de interesse social no país”, resume Yorki Estefan, presidente do sindicato.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          &amp;#55356;&amp;#57312; Faixa 4: quando a classe média voltou ao jogo
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Uma das viradas do ano foi o lançamento da Faixa 4, voltada a famílias com renda de até R$ 12 mil, juros de 10% ao ano e prazo de até 420 meses. Num cenário de Selic elevada e crédito caro, isso não foi detalhe: foi sobrevivência.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Para Eduardo Fischer, CEO da MRV&amp;amp;Co, manter parâmetros congelados é receita para exclusão. “Inflação existe, imóveis encarecem e a renda das famílias muda. Se o programa não acompanha, ele perde público”, diz.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          &amp;#55357;&amp;#56521; Juros altos apertam — ajustes destravam
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A classe média vinha dependente quase exclusivamente da poupança, que ficou mais escassa e cara. A readequação do programa ajudou a destravar contratações justamente onde o mercado estava travado.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          “O setor respondeu rápido, com novos lançamentos e crescimento consistente”, aponta Clausens Duarte, da CBIC.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          &amp;#55357;&amp;#56615; Teto maior, mapa mais realista
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Outro ajuste importante veio do Conselho Curador do FGTS, que aprovou a ampliação do teto de preço dos imóveis das faixas 1 e 2 a partir de 2026.Segundo Renato Correia, presidente da CBIC, a medida era necessária para viabilizar empreendimentos em capitais do Norte e Nordeste, onde os custos já não cabiam mais no modelo antigo.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          &amp;#55358;&amp;#56605; Quando estados entram no jogo, o alcance cresce
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O setor também destaca o avanço da integração entre programas federais e estaduais. Casa Paulista e CDHU em São Paulo, políticas próprias em Minas, Bahia, Pernambuco, Rio, além das COHABs no Sul e iniciativas complementares no Nordeste. O efeito é simples: mais alcance, mais capilaridade e famílias ainda mais vulneráveis atendidas.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Conclusão: o MCMV voltou a puxar o setor
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          2025 consolida um movimento claro: o Minha Casa, Minha Vida deixou de ser apenas política habitacional e voltou a ser instrumento de ritmo para a construção civil. Com orçamento, ajustes e coordenação, o programa mostra que, quando funciona, o mercado responde — rápido.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Agora, com recorde à vista, a pergunta inevitável é:
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          &amp;#55357;&amp;#56393; o desafio em 2026 será crescer… ou sustentar?
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/-Blog-+Faixa+4+impulsiona+MCMV+e+setor+v%C3%AA+ano+extremamente+positivo.png" length="1432801" type="image/png" />
      <pubDate>Fri, 16 Jan 2026 17:31:52 GMT</pubDate>
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      </media:content>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>SC recebe 500 mil migrantes em cinco anos e registra maior ganho de população do país</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/sc-recebe-500-mil-migrantes-em-cinco-anos-e-registra-maior-ganho-de-populacao-do-pais</link>
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      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;font&gt;&#xD;
    
          Santa Catarina foi o estado que mais recebeu migrantes em cinco anos, conforme o Censo Demográfico, que levantou dados entre 2010 e 2022. A pesquisa foi divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta sexta-feira (27).
         &#xD;
  &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Segundo o IBGE, cerca de 580,5 mil migrantes vieram morar em Santa Catarina entre 2017 e 2022. Na contramão, 149 mil pessoas que moravam no estado em 2017 foram embora até 2022. Isso significa que Santa Catarina concentra um saldo migratório de 354 mil pessoas, o maior em comparação com outros estados.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Conforme a pesquisa, a maioria das pessoas que se mudou para Santa Catarina no período é do Rio Grande do Sul, com 134,8 mil migrantes, cerca de  26,8% do total. Em seguida estão as pessoas do Paraná (96,1 mil), com 19,1% do total e São Paulo (62,4 mil), com 12,4%.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Por outro lado, o estado de onde mais pessoas preferiram ir embora do que chegar foi o Rio de Janeiro, que perdeu 165,4 mil em população. Em seguida, estão o Maranhão (-129,2 mil) e o Distrito Federal (-99,6 mil).
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Mais da metade dos imigrantes que vieram para Santa Catarina escolheu permanecer no estado. O levantamento apontou que ao menos 66% dos 72,6 mil estrangeiros que vieram para SC desde 2010 moraram no estado, ao menos, até 2022. A taxa de permanência é a maior entre todos os estados brasileiros e o Distrito Federal.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Em um segundo recorte, o IBGE ranqueou os municípios de Santa Catarina que mais têm imigrantes que moram há dez anos, entre 2012 e 2022.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Balneário Gaivota: 55,7%
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Itapoá: 53%
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Balneário Arroio do Silva: 48,8%
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Porto Belo: 45%
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Balneário Barra do Sul: 45%
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Barra Velha: 44,3%
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Araquari: 44,2%
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Bombinhas: 42,3%
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Passo de Torres: 40,7%
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           São Pedro de Alcântara: 40,5%
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           O IBGE detalhou a nacionalidade dos estrangeiros que escolhem Santa Catarina para morar.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Venezuela: 54%
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Haiti: 15,7%
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Argentina: 5%
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Estados Unidos: 2,7%
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Portugal: 1,9%
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Paraguai: 1,9%
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Colômbia: 1,8%
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Cuba: 1,6%
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Peru: 1,3%
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Alemanha: 1,1%
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Fonte: ND+
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 02 Jul 2025 15:37:06 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Cidade do litoral catarinense se torna nova ‘fronteira de luxo’ do mercado imobiliário</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/cidade-do-litoral-catarinense-se-torna-nova-fronteira-de-luxo-do-mercado-imobiliario</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;font&gt;&#xD;
    
          Com imóveis no litoral catarinense ultrapassando os R$ 100 mil por metro quadrado, investidores têm buscado novas áreas com potencial de valorização. Tijucas, cidade a 40 km de Balneário Camboriú e 50 km de Florianópolis, desponta como a próxima aposta do mercado imobiliário de alto padrão.
         &#xD;
  &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           O município tem atraído atenção por sua localização estratégica entre a foz do rio Itajaí-Açu e a capital catarinense. Situado às margens do rio Tijucas, o local ainda possui disponibilidade de grandes áreas ainda não adensadas. O cenário é ideal para projetos urbanísticos sofisticados — como o que será lançado ainda este ano pela recém-criada empresa de construção civil Novo Ambiente.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Veterano do setor com mais de 20 anos de experiência, o líder da empresa Ricardo Laus assina projetos de novos empreendimentos que prometem transformar a paisagem de Tijucas, incluindo um bairro planejado de mais de 40 hectares, parque linear e integração total com a natureza.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A aposta segue uma tendência global: segundo pesquisa nos EUA, 45% dos compradores preferem imóveis próximos à água e à natureza, sem abdicar da proximidade com centros urbanos. A alta procura por qualidade de vida tem impulsionado a valorização de regiões como Tijucas.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Com margens amplas para crescimento, infraestrutura em expansão e segurança contra enchentes, a cidade do litoral catarinense se firma como território fértil para investimentos com alta rentabilidade e baixo risco.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           “Com o mercado imobiliário cada vez mais atento às regiões valorizadas, como terrenos voltados à água, as oportunidades mais estratégicas estão, muitas vezes, fora do radar tradicional. E é nesse ponto que cidades como Tijucas começam a despontar”, analisa Laus.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Para quem quer fugir dos preços já proibitivos do supervalorizado litoral catarinense, a hora de olhar para Tijucas é agora.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Fonte: ND+
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 30 Jun 2025 16:14:41 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Região Sul tem mercado imobiliário aquecido por alta na construção civil</title>
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      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
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          Os governadores dos estados da Região Sul do Brasil, Ratinho Junior (PSD-PR), Jorginho Mello (PL-SC) e Eduardo Leite (PSD-RS) participam nesta quinta-feira (12) da primeira edição do evento "Construa Sul", em Curitiba (PR), voltado à discussão sobre os avanços da construção civil. Os mandatários confirmaram presença na abertura do evento - promovido pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic) - com participação na plenária “Por que investir no Sul do país?”.
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           Segundo dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI), os três estados concentram cerca de 18% do PIB industrial nacional, atrás apenas da Região Sudeste, conforme o último levantamento da entidade que tem com base dados do ano de 2023. Além disso, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Região Sul tem a menor taxa média de desemprego do país: 4,9%.
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           Informações compiladas pelo Ministério do Trabalho ainda apontam que a indústria da construção é uma das maiores empregadoras do país, com mais de 2,7 milhões de empregos formais gerados em 2023 e corresponde por 6,2% do PIB brasileiro. No ano passado, o setor registrou um crescimento de 4,3%, com movimentação de mais de R$ 359 bilhões na economia brasileira.
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           "Nós empregamos aproximadamente 500 mil pessoas na construção civil nos estados da Região Sul. Essa força de trabalho impulsiona a economia regional e nacional [...] A cada emprego gerado diretamente na construção, outros quatro são criados indiretamente na cadeia produtiva”, disse o anfitrião da primeira edição do "Construa Sul" e presidente do Sinduscon (Sindicato da Indústria da Construção Civil) Paraná, Carlos Cade, em entrevista à Gazeta do Povo.
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           Construção civil e mercado imobiliário acumula R$ 82 bilhões de vendas no Sul
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    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Cade comentou que a construção civil contribui para o desenvolvimento econômico por meio de parcerias com o poder público, obras de infraestrutura, soluções de habitação de interesse social e, marcadamente, com as construções para o mercado imobiliário na região Sul.
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           O setor teve o volume de vendas de R$ 82 bilhões nos últimos 12 meses, sendo que o estado de Santa Catarina concentra o maior percentual do montante arrecadado nas negociações, impulsionado pelos empreendimentos em Balneário Camboriú, Itapema e litoral norte. “A região irá mostrar cases de sucesso de empresas dos três estados para o restante do setor durante o evento, atraindo empresários de todo o Brasil”, adiantou o presidente do Sinduscon Paraná, que espera mais de 300 empresários na primeira edição do "Construa Sul".
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           Segundo os indicadores imobiliários do primeiro trimestre de 2025, divulgados pela Cbic, a Região Sul do país teve 17.573 lançamentos imobiliários no período, consolidando-se como segundo polo da construção civil, atrás do Sudeste. O número é 8% menor do que o registrado no primeiro trimestre do ano passado, no entanto, as vendas das unidades cresceram 10,1%, chegando a 21.688 residências entre janeiro e março deste ano.
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           Setor projeta crescimento da construção civil acima do PIB nacional em 2025
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Carlos Cade disse que a projeção do setor para 2025 é de manutenção dos patamares alcançados nos últimos anos, apesar do atual cenário da economia brasileira. "A expectativa é de manter os números de lançamento e o volume de vendas, que foram bem positivos no ano passado”, projetou o presidente do Sinduscon Paraná.
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           De acordo com ele, a expectativa é de crescimento de 2,3% do setor na economia brasileira neste ano, acima do PIB nacional, calculado em 2% de aumento para 2025. Para o vice-presidente da Cbic no Sul, Marcos Mauro Filho, o cenário estimula a migração de pessoas para a região, gerando uma demanda espontânea por habitação, serviços de infraestrutura, obras corporativas e industriais.
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           “A região Sul tem apresentado um crescimento substancial motivado por vetores como o agronegócio, a indústria de transformação e o turismo. Cabe enfatizar que em algumas localidades, surpreendentemente, temos crescimento equivalente aos níveis chineses”, afirmou. Segundo a última Pesquisa Anual da Indústria da Construção (Paic) do IBGE, a Região Sul apresentou o maior aumento na participação do valor total gerado em incorporações, obras e serviços da construção entre 2014 e 2023, com um crescimento de 3,4 pontos percentuais, atingindo 16,2% do valor total nacional.
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           Copyright © 2025, Gazeta do Povo. Todos os direitos reservados.
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&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 23 Jun 2025 19:32:18 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Preço do fio de cobre dispara; tinta e argamassa ficam mais baratas, mostra índice</title>
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      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;font&gt;&#xD;
    
          Com a pressão provocada pelo dólar alto, o fio de cobre ficou 8,64% mais caro nos últimos 12 meses. O aço também acumulou alta de 2,52%. Em contrapartida, a argamassa registrou uma deflação de 4,61% e a tinta teve queda de 2,32% no período, acompanhando as dinâmicas da demanda interna. O cimento apresentou estabilidade, com variação discreta de 1,79%.
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  &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
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      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Os dados foram revelados pelo Índice de Preços de Materiais de Construção (IPMC), lançado pelo Sienge (Ecossistema de Tecnologia e Negócios da Indústria da Construção e do Mercado Imobiliário), com metodologia da Cica Rev Consultoria e apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).
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    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Com base em 2 milhões de Notas Fiscais Eletrônicas (NFe) emitidas em todos os estados brasileiros, o estudo utiliza inteligência artificial para acompanhar o preço e as flutuações de cinco itens: aço (barra de ca50), argamassa (tipo ACII ou ACIII), cimento (resistência de 32 Mpa), fio de cobre (Tensão de 450 kV ou 750 kV) e tinta (tipo acrílica). 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           “Neste estudo, trazemos dados reais, calculados a partir do preço real de compra desses insumos. O estudo proporciona uma leitura mais precisa dos custos para as construtoras”, explica Gabriela Torres, gerente de inteligência estratégica do Sienge. “Juntos, estes insumos podem representar de 35% a 55% do custo total de materiais utilizados nas obras no Brasil”.
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    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Fio de cobre
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Dos cinco insumos apurados pelo Índice, o fio de cobre apresentou maior variação de preços, com uma inflação acumulada de 8,64% em 12 meses. “Como o Brasil consome muito cobre, o insumo é bem dolarizado e, por isso, influenciado pelo comércio internacional”, analisa Torres. “É diferente do aço, por exemplo, que temos muitos produtores nacionais”.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           O estudo também mostra que o preço do cobre é bastante volátil. Após queda acentuada de 3,24% em janeiro, o insumo registrou leve alta de 0,86% em março e uma nova queda, de 1,55%, em abril. “A volatilidade segue o movimento de oscilações das moedas nacionais nos últimos meses, o que acaba puxando o preço do cobre”, diz a executiva. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A variação acima da inflação calculada no período pressiona principalmente o Norte (16,94%), o Centro-Oeste (14,62%) e o Nordeste (13,48%) do País. Ao fim dos 12 meses, a região com menor valorização foi o Sul, com alta de 5,04%. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Aço
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A inflação do aço no Brasil acumulou alta de 2,52% nos últimos 12 meses, marcada por oscilações significativas. De julho de 2024 a janeiro de 2025, o insumo ficou 6,55% mais caro, porém desde fevereiro o preço está em queda. “O mercado internacional sempre pressiona de alguma forma, mas ainda não é possível afirmar que as tarifas do Trump tiveram impacto nos preços”, diz. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           “Quase todos os insumos tiveram uma pressão inflacionária no final de 2024 e arrefecimento no início de 2025. O aço não se comporta tão diferente. É uma perspectiva de demanda e oferta, seguindo a renovação do ciclo imobiliário, como o último trimestre de lançamentos relevantes no Minha Casa, Minha Vida”, analisa Torres.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           No cenário de inflação regional, entre julho e outubro de 2024, o preço do aço apresentou os maiores reajustes, com destaque para a região Norte, que registrou uma alta de 2,65% só no mês de julho.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Aço
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A inflação do aço no Brasil acumulou alta de 2,52% nos últimos 12 meses, marcada por oscilações significativas. De julho de 2024 a janeiro de 2025, o insumo ficou 6,55% mais caro, porém desde fevereiro o preço está em queda. “O mercado internacional sempre pressiona de alguma forma, mas ainda não é possível afirmar que as tarifas do Trump tiveram impacto nos preços”, diz. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           “Quase todos os insumos tiveram uma pressão inflacionária no final de 2024 e arrefecimento no início de 2025. O aço não se comporta tão diferente. É uma perspectiva de demanda e oferta, seguindo a renovação do ciclo imobiliário, como o último trimestre de lançamentos relevantes no Minha Casa, Minha Vida”, analisa Torres.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           No cenário de inflação regional, entre julho e outubro de 2024, o preço do aço apresentou os maiores reajustes, com destaque para a região Norte, que registrou uma alta de 2,65% só no mês de julho.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A sequência de deflações, segundo Gabriela, sugere uma correção nos preços após os reajustes registrados no fim do ano passado.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Cimento
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Um dos insumos mais usados na indústria da construção civil apresentou alta discreta de 1,79% no acumulado dos últimos 12 meses. Em contraste, entre os meses de junho e agosto de 2024, os preços registraram seu pico, com aumento de 0,69% em julho. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Já o começo de 2025 é marcado por instabilidade, com recuo de 0,36% em janeiro e variações discretas em fevereiro (-0,13%) e março (-0,07%). Em abril, o item apresentou uma tendência de alta, com aumento de 0,97%. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Tinta
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Assim como os outros insumos, o preço da tinta também é marcado por grandes oscilações nos últimos 12 meses, encerrando o período com deflação acumulada de 2,32%. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           O insumo oscilou ao longo do ano, com quedas relevantes em julho (-0,94%) e dezembro de 2024 (-0,89%), intercaladas por altas pontuais, como em outubro (+1,39%) e janeiro de 2025 (+1,04%). 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           “A margem do lucro do cimento tende a ser menor do que a margem da tinta porque a tinta tem bastante valor agregado. Tem tinta de luxo e o preço varia de acordo com as cores, por exemplo. Isso tende a causar uma flutuação maior”, contextualiza Torres. “Já o cimento é um commodity, assim como o ferro”, comenta. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           No recorte regional, o Centro-Oeste apresentou a maior deflação no acumulado dos últimos 12 meses (-8,43%), seguido pelo no Norte (-7,93%) e Sul (3,32%). O Sudeste e Nordeste tiveram as menores quedas – 0,43% e 0,22%.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Fonte: Imóveis Estadão
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 23 Jun 2025 19:29:05 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.arteaempreendimentos.com.br/preco-do-fio-de-cobre-dispara-tinta-e-argamassa-ficam-mais-baratas-mostra-indice</guid>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Minha Casa, Minha Vida impulsiona mercado imobiliário no 1º trimestre, apesar de Selic alta</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/minha-casa-minha-vida-impulsiona-mercado-imobiliario-no-1-trimestre-apesar-de-selic-alta</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;font&gt;&#xD;
    
          O mercado imobiliário cresceu 15% no primeiro trimestre deste ano, mostram dados divulgados nesta segunda-feira (19) pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). A alta foi observada tanto na venda de casas e apartamentos quanto em lançamentos no mercado.
         &#xD;
  &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Segundo a CBIC, foram vendidas 102.485 unidades residenciais entre janeiro e março de 2025, avanço de 15,7% frente ao mesmo período de 2024. Já os lançamentos (novos empreendimentos colocados à venda) totalizaram 84.924 unidades, subindo 15,1% na mesma comparação.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           &amp;#55357;&amp;#56590; Os dados foram puxados, principalmente, pelo programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), do governo federal, que tem sido um importante alicerce para compensar o atual contexto de crédito mais caro no mercado. (leia mais abaixo)
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Em relação ao último trimestre de 2024, no entanto, o cenário é de retração: as vendas recuaram 4,2%, enquanto os novos lançamentos diminuíram 28,2%. Os dados consideram apenas imóveis novos, em uma amostragem de 221 cidades em todo o país.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Protagonismo do Minha Casa, Minha Vida
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Segundo a CBIC, o MCMV foi o grande protagonista dos resultados no primeiro trimestre deste ano. O programa habitacional respondeu por 53% dos lançamentos e 47% das vendas no período.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Isso significa que praticamente metade dos empreendimentos lançados e de imóveis vendidos contaram com os incentivos do programa, que oferece juros subsidiados e, portanto, taxas mais baixas.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Ao oferecer incentivos e juros de 4% a 8,16% ao ano, o MCMV se tornou uma importante alternativa em meio ao encarecimento do crédito. Com a taxa básica de juros do país, a Selic, em 14,75% ao ano — maior patamar em quase 20 anos —, o custo do financiamento imobiliário está em torno de 12%.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Nesse sentido, a CBIC destaca que a maior presença do programa habitacional ocorre justamente por conta das "condições de crédito mais acessíveis, com juros reais [ou seja, descontada a inflação] próximos de zero, e ao aumento da participação de estados e municípios com subsídios adicionais".
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           “Mesmo em um cenário de crédito caro, o brasileiro segue acreditando no investimento em moradia. A força do MCMV, aliada ao crescimento da renda e à estabilidade no emprego, sustenta esse desempenho positivo”, afirma Renato Correia, presidente da CBIC.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           O levantamento mostra que os bons resultados se concentram em regiões onde o programa é dominante, como o Norte e o Nordeste. Houve destaque também nos lançamentos do programa no Sudeste — especialmente em São Paulo.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Mudanças no MCMV
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           O governo federal anunciou no mês passado novas regras para o Minha Casa, Minha Vida. As normas passaram a valer no dia 5 de maio e, portanto, ainda não interferiram nos resultados do mercado imobiliário.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           O novo modelo inclui a criação da "Faixa 4", com a ampliação do financiamento habitacional para famílias com renda mensal entre R$ 8,6 mil e R$ 12 mil. Essas famílias poderão financiar imóveis que tenham um valor total de até R$ 500 mil.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Segundo a Caixa, as condições de financiamento para a nova faixa do programa oferecem:
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Prazo para pagamento de até 420 meses.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Taxa de juros nominal de 10% ao ano.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Cota de financiamento de 80% para imóveis novos, independentemente da região do país.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Cota de financiamento de 60% para imóveis usados nas regiões Sul e Sudeste e de 80% para as demais localidades.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Valor máximo de compra e venda do imóvel podendo chegar a R$ 500 mil.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Além disso, também houve reajuste no teto da renda familiar para as demais faixas do Minha Casa, Minha Vida.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Faixa 1: famílias com renda de até R$ 2.850 mensais (eram R$ 2.640);
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Faixa 2: famílias com renda de até R$ 4,7 mil mensais (eram R$ 4,4 mil);
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Faixa 3: famílias com renda de até R$ 8,6 mil mensais (eram R$ 8 mil).
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Ao considerar as três faixas, o valor máximo de compra de imóvel com financiamento pelo programa é de R$ 350 mil para de imóveis novos. Para usados, o limite é de R$ 270 mil, na Faixa 3.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           De acordo com o Ministério das Cidades, 100 mil famílias serão beneficiadas com a recente mudança nos limites das faixas de renda.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Otimismo à frente
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Com as mudanças do MCMV, a CBIC disse estar otimista de que o mercado imobiliário irá se manter em um "patamar elevado ao longo de 2025, especialmente com a consolidação da Faixa 4" do programa.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           O ânimo vem mesmo diante da retração de 5,5% na oferta geral de imóveis no primeiro trimestre deste ano em comparação com os três últimos meses de 2024. Segundo a CBIC, o dado reflete uma combinação entre aumento nas vendas e redução no ritmo de lançamentos fora do MCMV.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 27 May 2025 15:58:59 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Construção Civil gerou mais de 100 mil novos empregos no 1º trimestre de 2024</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/construcao-civil-gerou-mais-de-100-mil-novos-empregos-no-1-trimestre-de-2024</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;font&gt;&#xD;
    
          De acordo com os dados do novo Caged, divulgados pelo Ministério do trabalho e Emprego, a Construção Civil, nos primeiros três meses de 2024, gerou 109.911 novos empregos com carteira assinada, o que representou uma alta de 16,85% em relação aos mesmos meses de 2023 (94.065). Com este resultado, o número de trabalhadores formais no setor cresceu 6,46% nos últimos 12 meses, passando de 2,685 milhões em março/23 para 2,858 milhões em março/23.
         &#xD;
  &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           O resultado positivo no mercado de trabalho na Construção é justificado pelo bom desempenho observado em seus três segmentos. A Construção de Edifícios, de janeiro a março/24, foi responsável pela criação de 45.630 novas vagas, as obras de Infraestrutura geraram 27.286 novos empregos e os Serviços Especializados 36.995.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           O País possui 46,236 milhões de trabalhadores com carteira assinada, sendo que a Construção Civil responde por 6,18% deste número (2,858 milhões). No 1º trimestre/23 foram gerados, no Brasil, 719.033 novos postos de trabalho com carteira assinada, sendo que 15,29% deles (109.911) foi no setor. Ou seja, apesar de responder por 6,18% do total de trabalhadores formais, a Construção Civil foi responsável, nos primeiros três meses do ano, por 15,29% do total das novas vagas geradas. Este resultado demonstra a força do mercado de trabalho do setor.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           As novas medidas do Programa Minha Casa, Minha Vida, anunciadas em agosto/23, o fato de 2024 ser um ano eleitoral, a redução das taxas de juros, a melhor expectativa para o crescimento da economia brasileira, a inflação sob controle são alguns fatores que ajudam a confirmar um melhor cenário para a Construção Civil. A CBIC elevou para 2,3% a perspectiva de crescimento do setor em 2024.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Os cinco estados que mais geraram novos empregos formais na Construção no 1º trimestre de 2024 foram: São Paulo (37.643), Minas Gerais (13.357), Rio de Janeiro (9.623), Paraná (7.777) e Santa Catarina (7.450). Já as cidades de São Paulo (16.281), Rio de Janeiro (6.913), Belo Horizonte (2.886), Paulínia (2.874) e Goiânia (2.511) foram as cinco com maior criação de novas vagas no setor.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Fonte: CBIC
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 07 May 2025 21:19:55 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.arteaempreendimentos.com.br/construcao-civil-gerou-mais-de-100-mil-novos-empregos-no-1-trimestre-de-2024</guid>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Imóveis superam a Selic e trazem retorno médio de 19% ao ano</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/imoveis-superam-a-selic-e-trazem-retorno-medio-de-19-ao-ano</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;font&gt;&#xD;
    
          Quem investiu em imóveis em 2024 embolsou uma rentabilidade média de 19,1% ao ano, revela um estudo feito por pesquisadores do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV-IBRE) com o QuintoAndar. O retorno supera o patamar atual da Selic, de 14,25% ao ano.
         &#xD;
  &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           O resultado reflete a soma do rendimento estimado com o aluguel (6,2%) e da média de valorização dos imóveis no período (12,9%). “A análise desenvolvida sugere que o imóvel residencial é uma opção competitiva de investimento no contexto pós-pandemia”, afirma André Braz, economista do FGV-IBRE.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           O estudo identificou uma tendência de queda no valor real dos aluguéis por metro quadrado até meados de 2022, período marcado por condições econômicas adversas e menor demanda. A partir desse ponto, contudo, houve uma recuperação no valor real dos aluguéis nas capitais analisadas: São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Em dezembro de 2024, o preço médio do aluguel atingiu R$ 47 por metro quadrado, um retorno de aproximadamente R$ 2.350 por mês para um apartamento de 50 metros quadrados ou de cerca de R$ 28 mil ao longo de 12 meses.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Com o fim da pandemia, o economista enxerga que muitas empresas que haviam adotado o modelo home office ou híbrido agora retornam ao trabalho presencial, o que também aumenta a procura por imóveis em grandes centros. “Tudo isso sustenta o crescimento da rentabilidade do aluguel”, destaca.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Leia a matéria completa no Estadão.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 05 May 2025 19:29:48 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.arteaempreendimentos.com.br/imoveis-superam-a-selic-e-trazem-retorno-medio-de-19-ao-ano</guid>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Minha Casa, Minha Vida: conselho do FGTS aprova criação de nova faixa destinada à classe média</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/minha-casa-minha-vida-conselho-de-fgts-aprova-criacao-de-nova-faixa-destinada-a-classe-media</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;font&gt;&#xD;
    
          O conselho curador do FGTS aprovou a criação de uma nova faixa do Minha Casa, Minha Vida, destinada à classe média. O programa vai financiar imóveis para famílias com renda mensal de até R$ 12 mil.
         &#xD;
  &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A previsão é atender 120 mil famílias em 2025. Elas não conseguiam antes se enquadrar no programa porque a renda superava o teto das demais faixas. A taxa de juros efetiva não vai poder passar de 10% ao ano, e os imóveis usados ou novos podem custar até R$ 500 mil. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           O conselho também reajustou a renda máxima das outras faixas do Minha Casa, Minha Vida.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Fonte: G1
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/PHOTO-2025-04-16-10-08-15.jpg" length="134808" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 16 Apr 2025 16:29:51 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.arteaempreendimentos.com.br/minha-casa-minha-vida-conselho-de-fgts-aprova-criacao-de-nova-faixa-destinada-a-classe-media</guid>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Governo amplia 'Minha Casa, Minha Vida' para famílias com renda até R$ 12 mil</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/governo-amplia-minha-casa-minha-vida-para-familias-com-renda-ate-r-12-mil</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;font&gt;&#xD;
    
          O governo federal ampliou a faixa de renda familiar para a participação no programa "Minha Casa, Minha Vida" para até R$ 12 mil. Anteriormente, a faixa de renda era de até R$ 8 mil.
         &#xD;
  &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A medida foi anunciada nesta quinta-feira (3) no evento “O Brasil dando a volta por cima”, que contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           De acordo com o anúncio do governo, a ampliação do programa social é possível porque o Fundo Social do Pré-Sal vai passar a compor o orçamento das Faixas 1 e 2 do programa.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Por conta da ampliação da faixa de renda, o programa permitirá a compra de imóveis de até R$ 500 mil com financiamentos em até 420 meses, com taxa de juros de 10,5% ao ano. Há a expectativa de que 120 mil famílias passam a se beneficiar pela mudança, direcionada à classe média.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           “Estamos reforçando o Minha Casa, Minha Vida, para que ele possa atender a mais brasileiros. Agora a classe média também vai ser beneficiada. A gente tem feito um longo trabalho nestes últimos dois anos. São milhares de pessoas realizando o sonho da casa própria”, disse o ministro das Cidades, Jader Filho.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Fonte: G1
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 10 Apr 2025 18:38:14 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>BC, Itapema, Porto Belo e Bombinhas entre as cidades mais empreendedoras</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/bc-itapema-porto-belo-e-bombinhas-entre-as-cidades-mais-empreendedoras</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;font&gt;&#xD;
    
          Balneário Camboriú, Itapema, Porto Belo e Bombinhas se destacam como os municípios mais empreendedores de Santa Catarina, segundo levantamento que considera o número de pequenos negócios por habitante. Os dados, provenientes do Censo do IBGE de 2022 e da Receita Federal de 2025, colocam as quatro cidades no topo do ranking estadual.
         &#xD;
  &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Balneário Camboriú lidera a lista com 25% de empreendedores, seguida por Itapema (23,3%), Porto Belo (19,1%) e Bombinhas (18,8%). O estudo também revela que Santa Catarina mantém a maior taxa de empreendedorismo do país, com 14,9%, superando São Paulo (13,6%) e Paraná (13,5%).
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           O ranking completo das 20 cidades mais empreendedoras de Santa Catarina é o seguinte:
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Balneário Camboriú – 25%
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Itapema – 23,3%
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Florianópolis – 21,7%
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Porto Belo – 19,1%
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Bombinhas – 18,8%
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Itajaí – 18,7%
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Penha – 18,7%
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Garopaba – 18,5%
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Biguaçu – 18,5%
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Balneário Piçarras – 18,1%
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Blumenau – 17,4%
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Xanxerê – 17,2%
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Itapoá – 17,1%
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Timbó – 16,8%
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Rio do Sul – 16,7%
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Urubici – 16,7%
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Pinhalzinho – 16,6%
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           São José – 16,5%
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Palhoça – 16,4%
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Ascurra – 16,4%
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Fonte: VIP Social
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 20 Mar 2025 18:49:49 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.arteaempreendimentos.com.br/bc-itapema-porto-belo-e-bombinhas-entre-as-cidades-mais-empreendedoras</guid>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Vista 360 para o mar: Único no mundo, novo Hard Rock Cafe de SC tem imagens inéditas</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/vista-360-para-o-mar-unico-no-mundo-novo-hard-rock-cafe-de-sc-tem-imagens-ineditas</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;font&gt;&#xD;
    
          Nesta segunda-feira (27) foram divulgadas oficialmente novas imagens de como ficará a nova unidade do Hard Rock Cafe em Santa Catarina, na cidade de Itapema. O empreendimento será o único no mundo construído dentro da água e com vista 360º para o mar.
         &#xD;
  &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           O projeto audacioso foi elaborado pelo arquiteto Nando Machado, o trazendo guitarras gigantes na fachada e na cobertura. Localizado no ponto mais privilegiado do Píer Oporto, proporcionando uma experiência única para os clientes, o Hard Rock Cafe Itapema terá 1.720 m² e três pavimentos.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A fachada será revestida com painéis de vidro e aço inoxidável. O interior será dividido em restaurante, bar e loja de souvenirs, com decoração inspirada em ícones do rock. A iluminação dramática e o palco para apresentações ao vivo completam a experiência de imersão no mundo da música.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           “O projeto do Hard Rock Cafe Itapema é uma fusão perfeita entre estilo clássico e modernidade, inspirado na essência da música rock. Localizado à beira-mar, o edifício curvilíneo remete às ondas do oceano, criando uma harmonia visual com o entorno. Além disso, a paisagem estará presente em todos os espaços e ângulos, tornando-se o elemento mais icônico e exclusivo da unidade, a única no mundo com uma vista tão privilegiada” ressalta o arquiteto Nando Machado.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Com uma área total de 18.274,29 m², o Píer Oporto será o único na América Latina com estacionamento abaixo da plataforma principal.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           O local terá 226 vagas para veículos, capacidade para 50 vagas molhadas, área comercial incluindo lojas, restaurantes, como o já anunciado Hard Rock Cafe Itapema, quiosques, rooftop, roda gigante, espaços de convivência e academia com vista 360° para o mar.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Desde que as empresas MayBelly Incorporadora, Pantanal Negócios Imobiliários, R7 Participações e RGS Engenharia assumiram a responsabilidade financeira e executiva, custeando a realização do Píer, a obra avança rapidamente. Em dezembro iniciou a instalação dos pré-moldados que já dão forma à estrutura.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Fonte: NDMais.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 05 Feb 2025 20:23:13 GMT</pubDate>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Varanda no Minha Casa, Minha Vida: tendência em novos empreendimentos</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/varanda-no-minha-casa-minha-vida-tendencia-em-novos-empreendimentos</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;font&gt;&#xD;
    
          A inclusão de varandas nos empreendimentos do programa Minha Casa, Minha Vida tem ganhado força, especialmente nas faixas 2 e 3, destinadas a famílias com maior renda. Essa mudança, defendida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi um dos marcos da reformulação que substituiu o programa Casa Verde e Amarela pelo retorno do Minha Casa, Minha Vida.
         &#xD;
  &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           As novas plantas, desenvolvidas por construtoras que integram o programa, têm varandas que variam entre 2 e 7 metros quadrados, conforme dados de empresas do setor. A MRV Engenharia, por exemplo, destaca que metade de seus empreendimentos no Minha Casa, Minha Vida incluem varandas, sendo que 40% delas são do tipo gourmet, com espaço para churrasqueira. Segundo Sérgio dos Anjos, diretor comercial da MRV, as alterações promovidas pelo governo federal possibilitaram a entrega de apartamentos mais bem planejados e equipados.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Outro destaque é a Melnick, incorporadora do Rio Grande do Sul, que atua na faixa 3 do programa. A empresa vê no aumento do teto para financiamento habitacional uma oportunidade para oferecer unidades com varandas sem comprometer os custos. Já a Cury, presente nos mercados de São Paulo e Rio de Janeiro, relata que 70% de seus empreendimentos estão no Minha Casa, Minha Vida, e metade das unidades conta com varandas, reforçando o apelo por um design mais funcional e confortável.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A tendência de varandas gourmet, que ganhou força nos últimos dez anos e se intensificou durante a pandemia, também reflete uma valorização do espaço privado nos imóveis. Entretanto, o tamanho da varanda é um desafio para as construtoras: enquanto áreas maiores agregam valor e poderiam ultrapassar os limites do programa, varandas muito pequenas podem ter sua utilidade comprometida.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Além das varandas, construtoras têm investido em áreas comuns que enriquecem a experiência dos moradores. Projetos habitacionais agora incluem praças, quadras esportivas, piscinas, salões de jogos e até mercadinhos, ampliando a qualidade de vida nos empreendimentos populares.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Com essas mudanças, o Minha Casa, Minha Vida não apenas oferece moradias mais completas, mas também eleva o padrão de seus projetos, acompanhando as expectativas do mercado e promovendo um maior conforto para as famílias beneficiadas.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Fonte: Construliga
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/PHOTO-2025-01-13-15-39-50.jpg" length="99465" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 13 Jan 2025 19:35:14 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Redução da alíquota do IVA para construção e aluguéis é aprovada pelo Senado</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/reducao-da-aliquota-do-iva-para-construcao-e-alugueis-e-aprovada-pelo-senado</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;font&gt;&#xD;
    
          O projeto de lei complementar (PLP 68/2024), que regulamenta a reforma tributária, foi aprovado pelo Senado em 12 de dezembro com diversas alterações. O texto obteve 49 votos a favor e 19 contra, sendo os opositores em sua maioria dos partidos PL e Novo. Agora, a proposta retorna à Câmara dos Deputados e, se aprovada, seguirá para a sanção presidencial.
         &#xD;
  &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Redução da alíquota do IVA para construção
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Entre os avanços conquistados está a redução de 50% na alíquota do Imposto sobre Valor Agregado (IVA) para o setor de construção. Para Yorki Estefan, presidente do SindusCon-SP, essa vitória é fruto de um esforço conjunto do setor. “O texto inicial não incluía a construção nos regimes especiais de tributação. Graças à atuação coordenada, conseguimos essa conquista na Câmara e, agora, no Senado”, destacou.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Além disso, a proposta aprovada atende outras demandas do setor, como a redução de 70% na alíquota do IVA sobre aluguéis e a inclusão de uma regra de transição para o Regime Especial de Tributação (RET). Isso garante a aplicação do regime a partir do momento do protocolo do pedido de habilitação.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Benefícios para o mercado de aluguéis
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Os senadores também aprovaram o aumento do desconto no valor tributável dos aluguéis, que passou de R$ 400 para R$ 600. Outra mudança relevante é que o pagamento do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) será feito somente quando o aluguel for efetivamente pago, e não no vencimento do boleto. Dessa forma, caso o inquilino atrase o pagamento, o tributo não será devido.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Para locações, a tributação será aplicada apenas a proprietários com pelo menos três imóveis alugados e receitas anuais superiores a R$ 240 mil.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Negociação entre setor e governo
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           O parecer do senador Eduardo Braga (MDB-AM), aprovado na Comissão de Constituição e Justiça em 11 de dezembro, encontrou um meio-termo entre as demandas do setor e as propostas do governo. Enquanto o SindusCon-SP e outras entidades da construção defendiam uma redução de 60% na alíquota do IVA para o setor, o governo propunha 40%. A solução aprovada fixou o percentual em 50%.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Da mesma forma, a redução de 70% na alíquota do IVA sobre aluguéis ficou entre o pleito do setor (80%) e a proposta governamental (60%).
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Com essas mudanças, a reforma tributária avança com benefícios significativos para o setor de construção e locações, oferecendo mais equilíbrio entre a arrecadação fiscal e o incentivo ao desenvolvimento econômico.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Fonte: Construliga
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/PHOTO-2025-01-13-15-20-14.jpg" length="102159" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 13 Jan 2025 19:33:14 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.arteaempreendimentos.com.br/reducao-da-aliquota-do-iva-para-construcao-e-alugueis-e-aprovada-pelo-senado</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/PHOTO-2025-01-13-15-20-14.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/PHOTO-2025-01-13-15-20-14.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Santa Catarina tem as praias mais premiadas do Brasil</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/santa-catarina-tem-as-praias-mais-premiadas-do-brasil</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;font&gt;&#xD;
    
          Santa Catarina se destaca mais uma vez no cenário nacional e internacional ao liderar o ranking brasileiro de praias premiadas com o selo Bandeira Azul, uma das certificações ambientais mais importantes do mundo.
         &#xD;
  &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Das 38 praias brasileiras reconhecidas em 2024, 20 estão no estado, o que reafirma o compromisso com a preservação ambiental e o turismo sustentável.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           O selo Bandeira Azul avalia a gestão ambiental, a qualidade da água, educação ambiental, segurança, infraestrutura de serviços e responsabilidade turística. Para conquistar a certificação, cada praia precisa atender a padrões internacionais que garantem a harmonia entre natureza e desenvolvimento econômico.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Entre as premiadas de Santa Catarina, os destaques em  Balneário Camboriú são as praias do Estaleiro, Estaleirinho e Taquaras. Em Penha, as praias da Bacia da Vovó, Saudade e Praia Grande demonstram o equilíbrio entre sustentabilidade e turismo.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Além das premiadas, a região conta com as praias “queridinhas” do verão.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Fonte: Diarinho
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 13 Jan 2025 19:30:46 GMT</pubDate>
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      </media:content>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>'Dubai brasileira': Balneário Camboriú lidera com o metro quadrado mais caro do Brasil; confira ranking</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/dubai-brasileira-balneario-camboriu-lidera-com-o-metro-quadrado-mais-caro-do-brasil-confira-ranking-https-www-terra-com-br-economia-dubai-brasileira-balneario-camboriu-lidera-com-o-metro-quadra</link>
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      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;font&gt;&#xD;
    
          A cidade brasileira com o metro quadrado mais caro para adquirir um imóvel fica em Santa Catarina. Chamada de Dubai brasileira, Balneário Camboriú tem o preço médio do metro quadrado de um imóvel residencial a R$ 13.911 –-o maior de todo o Brasil. Os dados fazem parte do índice FipeZAP de Venda Residencial, apurados até dezembro e divulgados nesta terça-feira, 7.
         &#xD;
  &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Famosa pelos seus arranha-céus e clima luxuoso, a cidade é um dos mais completos destinos de férias do Brasil e foi inspiração do hit Descer pra BC, da dupla Brenno &amp;amp; Matheus, que viralizou na virada do ano. Além de Balneário Camboriú, outra cidade catarinense aparece no pódio das mais caras do País. (Confira lista abaixo)
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A pesquisa do FipeZap monitora os preços de imóveis residenciais em 56 cidades do país por meio de anúncios de vendas nos classificados do Zap. No 'top 10' das cidades com os preços médios de venda mais elevados, boa parte pertence à região Sul. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Embora quando se fala em preço elevado do metro quadrado de imóveis residenciais muitos pensem em São Paulo ou Rio de Janeiro, por serem locais que concentram uma grande população e uma alta demanda, as duas cidades nem sequer integram o pódio.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Depois de Balneário Camboriú (SC), aparecem Itapema (SC), com R$ 13.721; Vitória (ES), com R$ 12.287; Itajaí (SC), com R$ 11.867; e Florianópolis (SC), com R$ 11.766. São Paulo (SP) fica em sexto lugar, com R$ 11.374. O Rio de Janeiro (RJ) aparece na nona posição, com um valor de R$ 9.366 por metro quadrado. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Confira a lista das 10 cidades com o m² mais caro do Brasil
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Balneário Camboriú (SC) 
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            R$ 13.911
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Itapema (SC)	R$ 13.721
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Vitória (ES)	R$ 12.287
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Itajaí (SC)	R$ 11.867
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Florianópolis (SC)	R$ 11.766
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           São Paulo (SP)	R$ 11.374
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Barueri (SP)	R$ 10.844
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Curitiba (PR)	R$ 10.703
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Rio de Janeiro (RJ)	R$ 9.366
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Belo Horizonte (BH)	R$ 9.325
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Fonte: Terra
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 07 Jan 2025 20:46:46 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Santa Catarina está entre os 5 destinos que mais surpreenderam</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/santa-catarina-esta-entre-os-5-destinos-que-mais-surpreenderam</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
    
          Que Santa Catarina se transformou na nova Meca do turismo de verão por causa de seu litoral privilegiado, equiparado à fabulosa costa nordestina, isso ninguém duvida. Mas agora o que era uma impressão se tornou certeza com a divulgação da pesquisa da plataforma Preply, que apontou o estado como um dos mais procurado pelos internautas em 2024, coladinho com o badalado Ceará, à frente de Pernambuco e Rio de Janeiro.
         &#xD;
  &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           A pesquisa foi realizada com 500 pessoas de norte a sul do país e levou em conta a melhor relação custo-benefício, a gastronomia local e a hospitalidade com que recebe o turista, com base em suas experiências de viagem ao longo de 2024, e que pretendem repetir em 2025. E não é à toa que Santa Catarina aparece entre os destinos mais cotados.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           Para 72% dos entrevistados, férias é sinônimo de relax e descanso, por isso a maioria dos viajantes escolhe passar as férias em praias paradisíacas (54,2%). E praia é o que não falta em Santa Catarina e para todos os gostos. Da movimentada praia Central em Balneário Camboriú e Itapema, passando pelas praias de mar aberto, como Navegantes, às incríveis praias preservadas de Bombinhas e as populares praias Brava e Cabeçudas, em Itajaí, e Grande e do Trapiche, em Penha. Sem falar nas 42 praias de Floripa. É praia que não acaba mais!
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           Segundo a pesquisa, quase metade dos entrevistados espera viver experiências marcantes nas férias (48,6%) e explorar novas culturas (41,8%), coisa em que Santa Catarina também se destaca com seu caldeirão cultural herdado dos imigrantes. Não é à toa que 47,8% afirmam ganhar mais bagagem cultural e ter mais empatia com outras culturas através das viagens.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           Para fazer suas escolhas, os entrevistados pesquisam em plataformas de reservas, como o Booking e Airbnb (49,3%), YouTube (22,7%), sites de viagem (31,2%) e redes sociais (37,3%).
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
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      &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           Os benefícios da atividade turística são compartilhados pelos visitantes e atores da indústria turística. O turismo movimenta a economia local e gera empregos, oferecendo o que cada pedacinho do litoral tem de especial. Já para o turista, viajar tem o poder quase terapêutico de reabastecer as baterias para mais um ano, após dias inesquecíveis de muito relax e diversão.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           Com a valorização imobiliária do litoral norte de Santa Catarina, alguns destinos se tornaram inacessíveis para quem tem orçamento curto. E é aí que entram cidades vizinhas e menores, como Penha e Navegantes, que têm uma boa oferta de imóveis de temporada com preços camaradas. Ou seja, o visitante pode conhecer a badalada Balneário Camboriú e depois se refugiar num paraíso à beira-mar.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
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      &lt;br/&gt;&#xD;
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           A vantagem de Penha é sediar o maior parque da América Latina, que recebe 2,8 milhões de visitantes por ano. O Beto Carrero está em primeiro lugar nos TOP 10 de destinos catarinenses do Tripadvisor Awards. A atração, que mudou a cara de Penha sem tirar seu charme brejeiro, recebeu nota 4,5 (21.731 votos), bem à frente do segundo lugar, Santo Antônio de Lisboa (Floripa). Penha está a 40km de Balneário e a 15km do aeroporto de Navegantes.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
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      &lt;br/&gt;&#xD;
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    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           Além do parque, Penha tem belezas naturais como praias, mirantes e muita história para quem curte turismo cultural. Para se hospedar, além da grande oferta de hotéis e pousadas, há a opção mais barata e cômoda de alugar um espaço personalizado para cada tipo de turista através do Airbnb, mas é preciso fazer a reserva com antecedência no verão.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
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      &lt;br/&gt;&#xD;
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           Como se não bastasse ter a maior quantidade de praias do estado (42), Florianópolis também foi a primeira cidade brasileira a ser reconhecida pela Unesco por sua gastronomia criativa. Esta honraria é concedida às cidades que se destacam pela rica cultura gastronômica, respeito e preservação da herança culinária, valorização da diversidade de sabores e técnicas e implementação de políticas públicas que promovam a gastronomia sustentável.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
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           Por estar cercada de praias, o forte de Floripa sempre foram os frutos do mar. O prato mais conhecido da ilha é a Sequência de Camarão, em que, por um preço único, o visitante tem um banquete com várias preparações do crustáceo. Outras iguarias são os petiscos Torpedo de Siri e Pastel de Berbigão, molusco abundante na ilha desde tempos remotos.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
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           A cidade mais alemã do país também é uma das mais acolhedoras segundo o Traveller Review Awards, da plataforma de hospedagem Booking.com, que ranqueia as cidades que primam pela hospitalidade. Pomerode é a única cidade catarinense da lista e tem visitação garantida no verão graças à Festa Pomerana, que exalta a cultura germânica dos colonizadores. Este ano a festa, regada a muito chope artesanal, vai rolar de 15 a 26 de janeiro.
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    &lt;/font&gt;&#xD;
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           Pomerode fica no Vale do Itajaí, a 70km do litoral, próxima a Blumenau, e oferece ao visitante cultura, gastronomia, festas e tradições seculares. Na época da Páscoa acontece a famosa Osterfest, que ostenta outros dois títulos: a maior árvore de ovos de Páscoa do mundo e o maior ovo de Páscoa do mundo.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
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           Para as crianças, a cidade conta com um zoológico, num ambiente projetado para se aproximar do habitat natural dos bichos. Também tem a Vila Encantada, com réplica de dinossauros, e um mirante com vista panorâmica da cidade, lugar privilegiado para apreciar o pôr-do-sol.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
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           Fonte: Diarinho
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 07 Jan 2025 18:14:05 GMT</pubDate>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Não é meme: Agro “desceu pra BC” e transforma soja e bois em imóveis em Balneário Camboriú</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/nao-e-meme-agro-desceu-pra-bc-e-transforma-soja-e-bois-em-imoveis-em-balneario-camboriu</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;font&gt;&#xD;
    
          “Descer pra BC” certamente já colou no seu ouvido. A música da dupla Brenno &amp;amp; Matheus fala de um caubói endinheirado que, no fim do ano, vai gastar em Balneário Camboriú – e o enredo não está muito distante da realidade. Há alguns anos, a cidade tornou-se o destino favorito para os altos rendimentos dos empresários do agro. Soja e cabeças de gado são “transformados” em apartamentos luxuosos, milionários e exclusivos, geralmente à beira-mar, com um índice de valorização muito acima da média.
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  &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
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      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A estimativa é que um a cada três apartamentos vendidos hoje na cidade, que tem o metro quadrado mais caro do país, seja para representantes da “nata” do agro brasileiro.
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    &lt;/font&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           – Eu diria que os investidores mais fortes são os do agro. Se não compram os (imóveis) mais caros, eles compram em quantidade. Se forem imóveis mais em conta, eles compram mais de um – revela o corretor e consultor imobiliário Guilherme Pilger.
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    &lt;/font&gt;&#xD;
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    &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A movimentação nesse mercado está diretamente relacionada aos rendimentos do setor, que são flutuantes. A safra da soja 2024/2025, por exemplo, deve registrar aumento de 12% e alcançar 166 milhões de toneladas, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) – o que traz perspectivas positivas para o mercado imobiliário em BC.
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    &lt;font&gt;&#xD;
      
           O interesse dos investidores varia entre a compra para uso próprio e para investimento, segundo Pilger. As próprias construtoras costumam buscar essa clientela, de olho em oportunidades de negócios robustos. É o caso da ABC Embralot, que passou a anunciar em eventos automotivos que são direcionados a empresários do agro.
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           Entre os gigantes do agronegócio que mantêm imóveis em Balneário Camboriú estão o ex-ministro Blairo Maggi, um dos bilionários da soja, e Eliseu Sheffer, barão do agro que fez fortuna em Mato Grosso plantando algodão e hoje investe também na agricultura regenerativa, com negócios bilionários em boa parte da América Latina.
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    &lt;/font&gt;&#xD;
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           Eliseu recebeu em março deste ano, em um de seus apartamentos em Balneário, Jair e Michelle Bolsonaro para um fim de semana.
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    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
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      &lt;br/&gt;&#xD;
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    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Fonte: NSC
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    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 07 Jan 2025 18:10:16 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Casa Catarina: com investimento de R$ 420 milhões, Governo do Estado lança o maior programa habitacional da história de SC</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/casa-catarina-com-investimento-de-r-420-milhoes-governo-do-estado-lanca-o-maior-programa-habitacional-da-historia-de-sc</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;font&gt;&#xD;
    
          O governador Jorginho Mello lançou nesta sexta-feira, 6, em Lages, o maior programa habitacional da história de SC, o Casa Catarina. O investimento de R$ 420 milhões em recursos do Governo do Estado irá beneficiar mais de 34 mil famílias dos 295 municípios. Participaram também os secretários de Estado da Ação Social, Mulher e Família, Maria Helena Zimmermann, do Planejamento, Edgard Usuy e da Fazenda, Cleverson Siewert, da Indústria, Comércio e Serviços, Silvio Dreveck, a prefeita eleita de Lages, Carmen Zanotto, além de prefeitos, parlamentares e outras lideranças locais.
         &#xD;
  &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           “Esse é um Investimento histórico que estamos fazendo para garantir mais dignidade aos catarinenses. Eu quero agradecer a oportunidade de estar aqui na nossa querida Lages, um município que tem uma carência muito grande de habitação. Esse é o maior programa que Santa Catarina já teve e vai chegar a todas as cidades. Vamos fazer parceria com os prefeitos, pra repassar o dinheiro para a prefeitura e a prefeitura construir a casa dentro do padrão previsto. E também vamos ajudar a pessoa a financiar sua casa própria, com recurso que pode chegar até R$ 20 mil. Porque o aluguel a pessoa já paga, então pagar a prestação vai ser muito melhor e mais barato do que o aluguel”, explicou o governador Jorginho Mello.
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  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           O governador lembra ainda que além de atender as demandas de habitação o programa vai movimentar a economia de Santa Catarina com criação de postos de trabalho. “Temos uma projeção de fomentar o setor da construção civil e ainda gerar mais de 64 mil empregos trazendo tanto desenvolvimento econômico quanto social”, salientou.
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  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
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      &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A secretária Maria Helena Zimmermann comenta que hoje 60% do déficit habitacional de Santa Catarina são de pessoas que têm gasto excessivo de aluguel. “Comprometendo mais de 30% da renda mensal com essa despesa, fica difícil guardar o dinheiro necessário para a entrada do financiamento e realizar o sonho da casa própria, mas agora em Santa Catarina isso será possível. Agora o governo Jorginho Mello traz dignidade e cidadania em um programa habitacional que há muitos anos não era feito no nosso estado”, avaliou a secretária.
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    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           No acesso à casa própria o Programa prevê dois modelos. Os municípios com até 10.000 habitantes, ou seja, 162 cidades de Santa Catarina vão receber recursos via convênio simplificado para a construção de unidades habitacionais para famílias com renda de até dois salários mínimos. Serão 12 casas por município no valor de R$ 90 mil cada e como contrapartida a prefeitura deve ofertar o terreno para a construção.
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    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
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      &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Já para os municípios com mais de 10 mil habitantes, ou seja, 133 cidades, os catarinenses interessados em adquirir a casa própria vão receber um subsídio de até R$ 20 mil em recursos do Governo do Estado para custear a entrada do financiamento. Nesse caso podem ser beneficiadas famílias que ganham até R$ 8 mil.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           “A gente vem fazer um trabalho diferente, vem ajudar na entrada. A dificuldade da maioria das pessoas é o primeiro aporte financeiro. Então essa mudança da lógica vai fazer com que muitas pessoas possam ter acesso a sua casa própria. É uma entrega impressionante e vai impactar todas as regiões de Santa Catarina”, explicou o secretário do Planejamento, Edgard Usuy.
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    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           O secretário de Estado da Fazenda, Cleverson Siewert acredita que o Casa Catarina é mais um programa estruturante do governador Jorginho Mello. “Mais do que atender diretamente às necessidades habitacionais com um investimento histórico, o Casa Catarina reforça o compromisso da gestão do governador Jorginho Mello em promover o desenvolvimento e a inclusão em todo o estado, garantindo dignidade e qualidade de vida para milhares de famílias. É mais um exemplo de que podemos fazer investimentos importantes em projetos estruturantes com responsabilidade fiscal e equilíbrio na gestão das contas, gerando também emprego e renda para o cidadão catarinense”, disse o secretário.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
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      &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Os interessados devem se inscrever a partir de fevereiro no Cadastro de Pretendentes da SAS, disponível no 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , e manifestar interesse em um dos empreendimentos habilitados no programa. O recurso será repassado direto ao beneficiário que tiver o crédito aprovado para o financiamento do imóvel escolhido.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Além da realização do sonho da Casa, o programa vai possibilitar a regularização fundiária para milhares de famílias. Uma parceria da Secretária de Estado da Assistência Social, Mulher e Família com o Tribunal de Justiça de Santa Catarina, por meio do programa Lar Legal, irá beneficiar mais de 18 mil famílias com a titularidade do seu imóvel.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           FONTE: Estado de Santa Catarina
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 12 Dec 2024 20:27:39 GMT</pubDate>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Santa Catarina tem o menor índice de pobreza do Brasil</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/santa-catarina-tem-o-menor-indice-de-pobreza-do-brasil</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;font&gt;&#xD;
    
          Santa Catarina tem 859,9 mil pessoas em situação de pobreza, o que representa 11,5% da população. O percentual é o menor do Brasil, de acordo com a Síntese de Indicadores Sociais do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada na quarta-feira (4). Os dados são referentes ao ano de 2023, quando o índice de pessoas na pobreza no estado atingiu o menor patamar desde 2012.
         &#xD;
  &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           ➡ Entre 2022 e 2023, o percentual de pessoas na pobreza em SC caiu de 12,8% para 11,5%. Segundo o IBGE, isso significa que 88,5 mil pessoas saíram dessa situação.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           ➡ Já a população em extrema pobreza foi de 1,8% em 2022 para 1,4% em 2023, o que representa 24,6 mil pessoas a menos na categoria.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Fonte: NDMAIS SC
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/-Blog--Santa-Catarina-tem-o-menor-%C3%ADndice.png" length="1972865" type="image/png" />
      <pubDate>Thu, 12 Dec 2024 20:23:28 GMT</pubDate>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Balneário Camboriú é a cidade com maior valor médio para compra de novos imóveis do país; veja top 10</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/balneario-camboriu-e-a-cidade-com-maior-valor-medio-para-compra-de-novos-imoveis-do-pais-veja-top-10</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os dados de dezembro do índice FipeZap, da 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fipe/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            (Fipe), seguem confirmando a valorização imobiliária de 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Santa Catarina
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . O estado concentra três das quatro cidades com o preço do metro quadrado mais alto do Brasil para a venda de imóveis residenciais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O estudo da Fipe é feito com dados das 50 maiores cidades brasileiras. No ranking do custo para venda, a liderança segue com 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/cidade/balneario-camboriu/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Balneário Camboriú
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , no Litoral Norte, ao custo de R$ 12.624 por metro quadrado e valorização de 10,68% na comparação com o início do ano.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O boom imobiliário no Litoral Norte catarinense abrangeu também a vizinha 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/cidade/itapema/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Itapema
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , colada em Balneário Camboriú, e que ficou em segundo lugar na lista, ao custo do R$ 12.498 no preço médio do metro quadrado, apenas R$ 126 a menos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A lista é seguida por 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://g1.globo.com/es/espirito-santo/cidade/vitoria/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Vitória
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , capital do Espírito Santo, com R$ 10.877, e 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/cidade/florianopolis/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Florianópolis
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            em quarto lugar, com o metro quadrado da venda residencial ao custo de R$ 10.786. Confira o top 10:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ol&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Balneário Camboriú (SC) - R$ 12.624 - variação anual de 10,82%
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Itapema (SC) - R$ 12.498 - variação anual de 19,52%
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Vitória (ES) - R$ 10.877 - variação anual de 1,82%
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Florianópolis - R$ 10.786 - variação anual de 12,28%
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/cidade/sao-paulo/" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            São Paulo (SP)
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             - R$ 10.676 - variação anual de 4,69%
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/cidade/itajai/" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            Itajaí (SC)
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             - R$ 10.490 - variação anual de 13,35%
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/cidade/rio-de-janeiro/" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            Rio de Janeiro (RJ)
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             - R$ 9.988 - variação anual de 1,42%
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/cidade/barueri/" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            Barueri (SP)
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             - R$ 9.463 - variação anual de 9,14%
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://g1.globo.com/pr/parana/cidade/curitiba/" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            Curitiba (PR)
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             - R$ 9.902 - variação anual de 6,40%
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://g1.globo.com/df/distrito-federal/cidade/brasilia/" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            Brasília
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             - R$ 8.984 - variação anual de 2,24%
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ol&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na média das 50 cidades levantadas pelo FipeZap, onde todas registraram alta nos preços na comparação entre dezembro 2022 e o mesmo mês de 2023, o valor ficou em R$ 8.720, alta acumulada de 5,13%.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/thumbnail_PHOTO-2024-01-15-10-26-28.jpg" length="223092" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 15 Jan 2024 16:45:06 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.arteaempreendimentos.com.br/balneario-camboriu-e-a-cidade-com-maior-valor-medio-para-compra-de-novos-imoveis-do-pais-veja-top-10</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/thumbnail_PHOTO-2024-01-15-10-26-28.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/thumbnail_PHOTO-2024-01-15-10-26-28.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias divulga relatório com panorama atual do mercado imobiliário</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/associacao-brasileira-de-incorporadoras-imobiliarias-divulga-relatorio-com-panorama-atual-do-mercado-imobiliario</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://br.linkedin.com/company/abrainc?trk=public_post-text" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           ABRAINC - Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            divulga relatório com panorama atual do mercado imobiliário
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Relatório produzido pela ABRAINC apresenta dados dos principais indicadores econômicos, do mercado de trabalho, expectativas futuras para o PIB, IPCA e Selic, funding setorial, além dos resultados de vendas e lançamentos nos segmentos de habitação econômica e médio e alto padrão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O material também traz insights sobre o nível de confiança dos empresários para os próximos meses e a intenção de compra do consumidor de imóveis.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Clique no link abaixo para conferir o relatório completo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/thumbnail_PHOTO-2024-01-08-10-03-40.jpg" length="244617" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 08 Jan 2024 18:52:15 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.arteaempreendimentos.com.br/associacao-brasileira-de-incorporadoras-imobiliarias-divulga-relatorio-com-panorama-atual-do-mercado-imobiliario</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/thumbnail_PHOTO-2024-01-08-10-03-40.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/thumbnail_PHOTO-2024-01-08-10-03-40.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>FGTS vai destinar R$ 95,85 bi para o programa Minha Casa, Minha Vida em 2024</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/fgts-vai-destinar-r-95-85-bi-para-o-programa-minha-casa-minha-vida-em-2024</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Conselho Curador do 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://exame.com/invest/minhas-financas/minha-casa-minha-vida-caixa-financiara-imoveis-de-ate-r-350-mil-pelo-programa-a-partir-de-julho/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           FGTS
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            aprovou nesta terça-feira proposta do Ministério das Cidades que fixa em R$ 117,65 bilhões o orçamento que o Fundo dos trabalhadores destinará para habitação, saneamento básico e infraestrutura urbana em 2024.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Do total, R$ 97,15 bilhões serão utilizados em habitação popular, como 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://exame.com/brasil/fgts-governo-atingira-450-mil-habitacoes-em-2023-contra-meta-de-430-mil-diz-ministro/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Minha Casa, Minha Vida
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , que receberá R$ 95,85 bilhões. Outros R$ 9,95 bilhões serão concedidos a fundo perdido para reduzir o valor das prestações.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em 2023, o orçamento aprovado inicialmente para habitação popular foi de R$ 85,684 bilhões e chegou a R$ 108,957 bilhões, segundo dados oficiais do 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           FGTS
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , em função do desempenho do FGTS e alocação de verba de outros setores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No próximo ano, a linha pró-cotista, destinada aos trabalhadores que têm contas no FGTS e oferece condições de financiamento habitacional mais facilitadas, receberá R$ 8,5 bilhões, abaixo do valor previsto para 2023, que chegou a R$ 11,7 bilhões.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           FGTS
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            é usado para subsidiar os financiamentos do Minha Casa, Minha Vida. Para saneamento básico e projetos de infraestrutura urbana, foram destinados um total de R$ 12 bilhões em 2024.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O novo orçamento do 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://exame.com/brasil/governo-isenta-beneficiarios-do-bolsa-familia-do-pagamento-de-prestacoes-do-minha-casa-minha-vida/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           FGTS
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            não considera dois fatores que podem impactar as contas do Fundo em 2024: o julgamento do 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Supremo o Tribunal Federal
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            (STF) que altera a remuneração das contas vinculadas e a proposta do Ministério do Trabalho, que permite aos trabalhadores que aderiram à modalidade de saque aniversário, criada em 2019, sacar o saldo restante. A depender desses dos fatores, os números terão que ser revistos, disse um conselheiro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Segundo estimativas da Caixa Econômica Federal, a proposta do Ministério do Trabalho pode ter impacto imediato de R$ 18 bilhões, caso todos os trabalhadores que foram demitidos saquem os recursos restantes nas contas. Pela legislação vigente, quem aderiu ao saque aniversário fica com o FGTS preso em caso de demissão sem justa por dois anos, tendo direito apenas à multa de 40%.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No caso do 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           STF
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , a tendência é que a Corte decida que a remuneração das contas não pode ser inferior o rendimento da caderneta de poupança. Atualmente, as contas são corrigidas pela Taxa de Referência (TR), mais 3% ano ano, abaixo da poupança.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/thumbnail_image0.jpg" length="177349" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 30 Nov 2023 15:43:07 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.arteaempreendimentos.com.br/fgts-vai-destinar-r-95-85-bi-para-o-programa-minha-casa-minha-vida-em-2024</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/thumbnail_image0.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/thumbnail_image0.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Caixa vai digitalizar crédito habitacional para facilitar acesso a imóveis</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/caixa-vai-digitalizar-credito-habitacional-para-facilitar-acesso-a-imoveis</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O presidente da 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Caixa,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Carlos Vieira, em entrevista à Exame, anunciou que o banco vai 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           digitalizar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            o crédito habitacional para facilitar o acesso a imóveis para a população.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Segundo Vieira, a ideia é que os clientes possam solicitar o 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           financiamento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            sem precisar ir à agência bancária. Para isso, o banco vai firmar parcerias com fintechs que têm expertise na área de tecnologia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Na 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           habitação
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , por exemplo, nós temos novas fintechs atuando em São Paulo junto à moradia popular, com um sistema totalmente digital, moderno e nós estamos querendo convidar essas fintechs para fazer parte de um hub que a gente quer criar. Essas fintechs vão entrar como parceiras nesse negócio”, afirmou. “É a maneira de trazer um novo pensamento, uma nova economia para dentro da Caixa. A ideia é papel zero.”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Até o terceiro trimestre de 2023, o saldo da 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           carteira de crédito imobiliário
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            da Caixa chegou a R$ 707,9 bilhões, um crescimento de 14,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Com isso, o banco público atingiu 68,8% de participação de mercado no financiamento para a habitação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A digitalização do 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           crédito habitacional
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            é uma tendência global. Nos Estados Unidos, por exemplo, já é possível obter um financiamento imobiliário sem sair de casa. No Brasil, ainda há um longo caminho a percorrer, mas a Caixa está dando passos importantes nessa direção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A expectativa é que a digitalização do 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           crédito habitacional
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            da Caixa beneficie os clientes, tornando o processo mais rápido e simples. Isso pode facilitar o acesso a imóveis para a população, especialmente para aqueles que vivem em áreas remotas ou que não têm tempo para ir às agências bancárias.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A parceria com as fintechs é uma estratégia interessante para a 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Caixa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . As fintechs têm uma expertise na área de tecnologia e inovação que pode ajudar o banco a modernizar seus processos e reduzir custos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Caixa é o principal banco de 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           crédito imobiliário
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            do Brasil. A digitalização do 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           crédito habitacional
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            é uma iniciativa importante que pode ajudar o banco a continuar a liderar esse mercado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/thumbnail_PHOTO-2023-11-24-09-43-19.jpg" length="89668" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 24 Nov 2023 13:37:06 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.arteaempreendimentos.com.br/caixa-vai-digitalizar-credito-habitacional-para-facilitar-acesso-a-imoveis</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/thumbnail_PHOTO-2023-11-24-09-43-19.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Falta de terrenos em Balneário Camboriú leva apartamentos de luxo para cidades vizinhas</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/falta-de-terrenos-em-balneario-camboriu-leva-apartamentos-de-luxo-para-cidades-vizinhas</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A busca por terrenos disponíveis para construção de novos empreendimentos em Balneário Camboriú, no litoral de Santa Catarina, atingiu um patamar crítico, afetando diretamente os preços imobiliários em cidades vizinhas como Itapema, Porto Belo, Itajaí e Bombinhas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso porque a escassez de espaços disponíveis na cidade, conhecida por suas construções de luxo, prédios super altos e cenário paradisíaco, tem gerado uma demanda crescente por novas áreas para desenvolvimento imobiliário no litoral do Estado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Segundo a DataZap, em outubro, o preço médio por metro quadrado (m?) em Balneário Camboriú atingiu R$ 12.522, representando uma variação acumulada de 9,93% no ano e expressivos 13,71% nos últimos 12 meses. "O que parece caro hoje será o barato de amanhã em Balneário Camboriú e região", diz o consultor Bruno Cassola, corretor de imóveis e especialista no mercado de luxo na cidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na visão de Larissa Gonçalves, economista do DataZap, um dos motivos da valorização no mercado imobiliário do litoral de Santa Catarina é o ritmo acelerado de desenvolvimento urbano. "O Estado registrou o segundo maior crescimento populacional no Brasil, com um aumento de 22%, de acordo com os dados do Censo de 2022".
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, diz ela, houve aumento de 29% na população de Balneário Camboriú, o que exigiu, na última década, investimentos em infraestrutura e gerou o interesse continuo pela cidade como destino de moradia, algo que tem se espalhado para as cidades vizinhas. Itapema, Bombinhas e Porto Belo tiveram crescimento populacional equivalente a 66%, 75% e 72% (respectivamente)", afirma.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/image0.jpeg" length="266260" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 13 Nov 2023 14:15:19 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.arteaempreendimentos.com.br/falta-de-terrenos-em-balneario-camboriu-leva-apartamentos-de-luxo-para-cidades-vizinhas</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>SC é o melhor destino turístico do Brasil</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/sc-e-o-melhor-destino-turistico-do-brasil</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Santa Catarina foi reconhecida como o melhor destino turístico do Brasil na noite desta quarta-feira no Rio de Janeiro. O estado ganhou 10 das 38 categorias do prêmio “Melhor Estado Para Fazer Turismo”, da Editora Abril e Viagem Turismo, durante a Abav Expo 2023. O parque Beto Carrero World foi eleito o melhor parque temático do Brasil, enquanto o Fazzenda Park levou o prêmio de melhor hotel- fazenda do país.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O prêmio está na sua 19ª edição e teve um total de 108 finalistas neste ano. Esta é a 13ª vez que Santa Catarina é reconhecida como o destino nacional favorito. O turismo catarinense foi o que mais se destacou na noite recebendo 10 premiações entre as categorias. “Esse prêmio muito nos orgulha. É sinal que estamos cumprindo o nosso propósito de receber bem o turista, quem escolhe nos visitar e conhecer as nossas paisagens.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O turismo ganhou um lugar de destaque no nosso governo, com a criação da Setur, e elevar ainda mais o nível do setor é nossa missão”, declarou o governador Jorginho Mello (PL).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para o secretário de Turismo Evandro Neiva, que por anos tocou o setor do turismo de Itajaí, o momento é importante para o turismo brasileiro e para o turismo catarinense porque o prêmio mostra a relevância de Santa Catarina como melhor estado na categoria turismo. “Há um grande trabalho do trade, e a recompensa é para o setor público também, liderado pelo governador Jorginho Mello. Uma união que proporciona ao visitante ter boas experiências”, destacou o secretário.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A votação ocorreu entre os dias 23 de março e 26 de maio de 2023, com 3.547 participantes. O levantamento foi realizado em parceria com a plataforma Mind Miners.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/thumbnail_PHOTO-2023-10-02-10-31-28.jpg" length="258217" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 02 Oct 2023 14:35:45 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.arteaempreendimentos.com.br/sc-e-o-melhor-destino-turistico-do-brasil</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Imóveis em SC valorizam até quatro vezes mais que a média nacional</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/imoveis-em-sc-valorizam-ate-quatro-vezes-mais-que-a-media-nacional</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O mercado imobiliário em Santa Catarina está apresentando desempenho significativamente melhor que o restante do país, segundo o mais recente levantamento do índice Fipezap+. Enquanto o índice de valorização em 50 cidades brasileiras ficou em 3,41% desde janeiro deste ano, Santa Catarina viu uma alta superior a 14%.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Fipezap+ faz uma análise abrangente dos principais mercados imobiliários do Brasil, considerando os preços de venda anunciados. O levantamento também aponta que, de modo geral, o valor dos imóveis no Brasil aumentou mais que a inflação em 2023. O IGP registrou uma queda de 5,28%, enquanto a inflação ao consumidor foi de 3,28%.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em Santa Catarina, cidades que são foco de investidores no setor imobiliário também são destaque em desenvolvimento econômico. São José mostrou a maior valorização, tanto no estado quanto no Brasil, com um índice de 14,92%. Logo atrás vem Itapema, com 13,45%, quatro vezes mais que a média.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Balneário Camboriú, conhecida pelo metro quadrado mais caro do país, apresentou um índice de valorização que é três vezes superior à média nacional. Em Florianópolis, os índices também foram positivos, mostrando um aumento de 8,73% na valorização de imóveis.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A cidade de Joinville registrou o menor índice de crescimento entre as cidades catarinenses pesquisadas. No entanto, mesmo esse índice foi o dobro da média nacional, sublinhando o forte desempenho do estado como um todo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O crescimento observado em Santa Catarina é impulsionado por um aumento nos investimentos, especialmente nas áreas costeiras do estado. O crescimento em cidades como Balneário Camboriú e Florianópolis impactou positivamente os municípios ao redor, criando áreas de alto interesse para investimentos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/thumbnail_PHOTO-2023-09-22-11-53-13.jpg" length="245699" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 25 Sep 2023 16:07:57 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.arteaempreendimentos.com.br/imoveis-em-sc-valorizam-ate-quatro-vezes-mais-que-a-media-nacional</guid>
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      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/thumbnail_PHOTO-2023-09-22-11-53-13.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Caixa inicia oferta do novo programa Minha Casa Minha Vida com objetivo de facilitar acesso ao crédito imobiliário</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/caixa-inicia-oferta-do-novo-programa-minha-casa-minha-vida-com-objetivo-de-facilitar-acesso-ao-credito-imobiliario</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As novas regras do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) estarão disponíveis a partir desta sexta-feira (7), na Caixa, que tem a expectativa de aumentar o acesso ao crédito imobiliário.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na avaliação da vice-presidente de Habitação do banco, Inês Magalhães, as novas condições de juros e subsídios devem contribuir para baixar o valor de entrada dos financiamentos do MCMV — principal entrave para o acesso ao crédito com recursos do FGTS.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O MCMV foi relançado este ano pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva, após a iniciativa assumir o nome de Casa Verde Amarela sob Jair Bolsonaro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Há um conjunto de famílias de renda baixa que tem certa organização financeira, que pode ser inserida no mercado de crédito. Todo mundo sabe que o entrave principal é a entrada, porque a prestação fica parecida com o valor do aluguel”, argumentou Inês Magalhães, que já foi secretária de Habitação e ministra das Cidades, em conversa com jornalistas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que mudou?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nas novas regras, houve um fatiamento das faixas do programa para permitir juros menores para rendas mais baixas. Por exemplo, na Faixa 1, que compreende renda familiar de até R$ 2.640, quem ganha até R$ 2.000 teve redução na taxa:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            de 4,25% para 4,0% nas regiões Norte e Nordeste; e
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            de 4,50% para 4,25% no restante do país.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Houve também atualização dos valores de subdivisões da Faixa 2 (até R$ 4.400). Os limites superiores da Faixa 2 e 3 (até R$ 8.000), por sua vez, foram mantidos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outra mudança foi o aumento do valor máximo do subsídio do FGTS de R$ 47,5 mil para R$ 55 mil, que pode ser acessado pelas faixas 1 e 2 do MCMV (até R$ 4.400 de renda familiar).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na avaliação da Caixa, essas condições, aliadas ao maior prazo de empréstimo (de até 35 anos), aumentam o montante do imóvel que pode ser financiado, reduzindo o valor que comprador tem de dar de entrada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em uma simulação realizada pelo banco para o financiamento de um imóvel de R$ 167 mil em Salvador para uma família de renda de R$ 1.650, o valor de entrada cai de R$ 35,7 mil para R$ 200, com a ampliação do subsídio (R$ 47,5 mil para R$ 55 mil), do prazo do empréstimo (30 para 35 anos) e a redução do juro (4,25% para 4,00%).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O comprometimento de renda passa de 25% para 30%. “A gente consegue reduzir o valor de entrada, esse é o grande ganho que foi buscado para as menores faixas de renda”, destacou o diretor de Habitação, Rodrigo Wermelinger.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Houve também atualização dos valores dos imóveis das faixas 1 e 2 do programa, com acesso a subsídio, que agora variam de R$ 190 mil a R$ 264 mil, a depender do tamanho da cidade e de aspectos populacionais. Antes, o intervalo era de cerca de R$ 130 mil a R$ 230 mil, segundo Wermelinger.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Já considerando os novos parâmetros do Censo, 92% dos municípios do país tiveram incremento do teto. Nas cidades que tiveram redução de habitantes, por sua vez, os tetos antigos foram preservados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “O aumento do custo do material desincentivou as construtoras. Começou a faltar atratividade em algumas praças para lançar o MCMV. Com essa atualização, volta a ter atratividade”, explicou o diretor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para a classe média, o aumento do valor do teto do imóvel para a Faixa 3, para R$ 350 mil, permite o acesso a financiamentos com as taxas de juros mais baratas do programa, de até 7,66%, segundo ele. Neste ano, a meta é a contratação de 440 mil unidades no MCMV com recursos do FGTS, contra 380 mil no ano passado. Já foram contratadas até a metade do ano 220 mil.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/thumbnail_noticia-amc-caixa-inicia-oferta-blog.jpg" length="84741" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 06 Jul 2023 20:04:25 GMT</pubDate>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A consolidação do mercado imobiliário em Balneário Camboriú impulsiona a valorização das cidades catarinenses</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/a-consolidacao-do-mercado-imobiliario-em-balneario-camboriu-impulsiona-a-valorizacao-das-cidades-catarinenses</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O estado de Santa Catarina tem uma vasta pluralidade cultural e uma economia bastante diversificada, com cinco municípios entre os 100 maiores PIBs do Brasil, segundo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Há quase dois anos também é no Estado que está localizada a cidade com maior valorização imobiliária do país: Balneário Camboriú. Essa alta, impulsionada principalmente pelos imóveis de alto padrão, vem gerando também um desenvolvimento imobiliário em toda Santa Catarina.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Segundo levantamento FipeZap divulgado essa semana, com dados de abril, o Estado aparece com cinco entre as sete cidades com maior valorização de imóveis acumulada nos últimos 12 meses. E mais, é palco das três primeiras colocadas no ranking com Balneário Camboriú, que somou alta de 21,42% no período; Itapema (+18,34%), também no Litoral Norte; e São José (+18,32%), na Grande Florianópolis. Entre os sete mais valorizados estão também os municípios catarinenses de Blumenau (+16,81%) e Itajaí (+15,17%).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A lista das cidades pesquisadas ainda tem Florianópolis (+12,04%), na 12ª posição, e Joinville (+8,78%) que ocupa apenas a 25ª colocação do ranking, mas, ainda assim, tem valorização imobiliária acima da inflação oficial para o período, de 4,14% no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O empresário Jean Graciola destaca que a consolidação do destino Balneário Camboriú é fruto de investimentos públicos e privados, da associação de empresas que visam o desenvolvimento da cidade. “A cidade possui características que atraem não apenas investidores do país, mas também desperta o interesse no exterior. Com a localização estratégica, o perfil dos moradores também vem transformando-se, criando um novo eixo de negócios no país. De uma cidade que pulsava na temporada para uma localidade que tem atraído cada vez mais moradores em busca de qualidade de vida, segurança e índices de Desenvolvimento Humano e Educação”, afirma o presidente da FG Empreendimentos, Jean Graciola.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Balneário Camboriú é o endereço de nove dos 10 mais altos prédios residenciais do Brasil e, em breve, também terá o residencial mais alto do mundo, com projeto já submetido à aprovação nos órgãos competentes. A cidade tem um dos menores territórios do Brasil, com 46,8 km², figurando como segundo menor município de Santa Catarina, segundo dados do IBGE. “Esses dados poderiam gerar estancamento, contudo, o planejamento de Balneário Camboriú sempre foi focado no desenvolvimento, no acolhimento e na valorização do destino, suas belezas naturais e o crescimento ordenado.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dessa forma, juntamente com o turismo e o lazer, a construção civil é a mola propulsora da economia local e vem impulsionando também o crescimento do mercado em todo Estado. Com isso, todos ganham, pois o segmento cresce, o desenvolvimento de tecnologias e mão de obra acompanha o ritmo acelerado e o mercado absorve produtos disruptivos e inovadores”, completa Graciola.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Veja a valorização imobiliária nos últimos 12 meses segundo índice FipeZap:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Balneário Camboriú: +21,42%
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Itapema: +18,34
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           %São José: +18,32
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           %Goiânia (GO): +17,12
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           %Blumenau: +16,81
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           %São José dos Campos (SP): +15,80
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           %Itajaí: +15,17
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           %Maceió (AL): +14,82
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           %Vila Velha (ES): +14,75
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           %Praia Grande (SP): +13,70
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           %Campo Grande (MS): +13,68
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           %Florianópolis: +12,04
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           %Vitória (ES): +11,14
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           %Recife (PE): +10,96
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           %Curitiba (PR): +10,86
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           %João Pessoa (PB): +10,42
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           %São Caetano do Sul (SP): +10,23
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           %Manaus (AM): +9,92
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           %Betim (MG): +9,90
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           %Osasco (SP): +9,80
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           %Guarujá (SP): +9,78
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           %São José dos Pinhais (PR): +9,69
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           %Santo André (SP): +9,21
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           %Novo Hamburgo (RS): +9,04
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           %Joinville: +8,78%
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/thumbnail_noticia-amc-bc-impulsiona-blog.png" length="1500609" type="image/png" />
      <pubDate>Tue, 06 Jun 2023 14:16:09 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
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    </item>
    <item>
      <title>Indústria de SC cresce 2,2% no 1° trimestre</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/industria-de-sc-cresce-2-2-no-1-trimestre</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            No primeiro trimestre do ano, a produção industrial catarinense cresceu 2,2% em relação ao quarto trimestre de 2022. A informação é do Observatório Fiesc, que fez uma análise dos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Enquanto isso, o a produção industrial nacional ficou estável (0,0%). O setor de confecção catarinense é destaque com aumento de 16%, quase três vezes maior que a média nacional.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           Para o
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            governador
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Jorginho Mello
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , os bons índices trimestrais da indústria catarinense evidenciam Santa Catarina no cenário nacional.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Somos um estado competitivo e com nota máxima em eficiência na máquina pública, que dá segurança aos catarinenses e incentiva o investidor a ampliar seus negócios por aqui, gerando mais oportunidades, uma combinação de prosperidade, confiança e esperança”, destaca. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           secretário de Estado da Indústria, do Comércio e do Serviço, Silvio Dreveck
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , enfatiza que o bom resultado trimestral é associado à recuperação parcial ou total de vários setores industriais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Somos parte de um trabalho integrado com o setor produtivo, cumprimos nossos propósitos fortalecendo a parceria e o trabalho em conjunto. Seguimos com uma gestão focada e embasada em políticas de Estado, como o Prodec que é um incentivo ao industrial por meio da postergação de impostos”, enfatiza. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para o 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           diretor de indústria da Secretaria da Indústria, do Comércio e do Serviço, Anderson Anthony Linzmeyer
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , os dados mostram que a indústria vai aos poucos se recuperando do impacto causado pela pandemia do novo coronavírus.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Santa Catarina possui uma indústria pujante, com índices que superam a média nacional. O que podemos deixar de conselho aos industriais é a busca da inovação, uma forma de aumentar a competitividade e, consequentemente, crescer financeiramente. Pois é na crise que surgem as grandes oportunidades”, enfatiza. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/noticia-amc-industria-sc-cresce-blog.jpg" length="126768" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 01 Jun 2023 16:39:51 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Indicador de Confiança do Setor Imobiliário Residencial</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/indicador-de-confianca-do-setor-imobiliario-residencial</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "Expectativas para lançamentos de empreendimentos são positivas para ambos os segmentos, aponta indicador da Deloitte com a ABRAINC.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Demanda e venda de imóveis residenciais no 1º trimestre de 2023 seguem estáveis;
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Executivos do setor imobiliário residencial esperam aumento nas vendas para o 2º trimestre de 2023 e para os próximos 12 meses no segmento Minha Casa Minha Vida;
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Preços seguem com perspectivas de alta.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Essas são algumas conclusões apontadas no Indicador de Confiança do Setor Imobiliário Residencial do 1º trimestre de 2023, realizado pela ABRAINC em parceria com a Deloitte".
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/IMG_1533.jpg" length="127583" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 23 May 2023 16:50:24 GMT</pubDate>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Com queda do IGP-M, meu aluguel vai ficar mais barato? Entenda</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/com-queda-do-igp-m-meu-aluguel-vai-ficar-mais-barato-entenda</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), divulgado pela FGV, era tão utilizado como base de reajuste nos contratos de locações de imóveis que passou a ser conhecido como "inflação do aluguel". Por causa da forma como é composto, ele é mais sensível ao dólar. Com a desvalorização da moeda ante o real, entre outros fatores, o indicador fechou em queda de 2,17% no acumulado de 12 meses encerrados em abril.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se um contrato de aluguel for reajustado em abril, considerando a variação negativa do IGP-M, ele deveria ficar mais barato, certo? Tecnicamente, sim. Não fosse as cláusulas muito comuns em contratos que indicam que os reajustes só devem ser feitos quando o índice ficar no positivo, conforme aponta a economista do DataZAP+, Larissa Gonçalves.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A notícia pode não ser das melhores para os locatários, mas "olhando o copo meio cheio", pelo menos, o aluguel não irá subir. Nesses casos, de variação negativa, o ajuste fica em zero. Outro fator muito importante é saber se o seu indexador (ou seja, o índice usado para corrigir o contrato de locação) é realmente o IGP-M.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Até a pandemia, ele costumava ser realmente o "índice do aluguel", sendo o mais comum em contratos privados. Para contratos com o governo, o mais recorrente era utilizar a inflação oficial medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Acontece que, naquela época, o IGP-M chegou a disparar 37% em 12 meses, tornando as negociações de reajuste praticamente inviáveis em um momento de fragilidade econômica e aumento de vacância, que é quando o imóvel está sem locatário.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A partir de então, várias imobiliárias mediaram a negociação para troca do indexador de muitos contratos para o IPCA. Para alguns inquilinos, a mudança ocorreu automaticamente, de forma a beneficiá-los. Outros puderam escolher.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A pergunta que fica é: agora que o IGP-M está mais baixo, vale a pena voltar para ele como indexador?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O IGP-M e o IPCA não são os únicos indexadores usados em contratos de aluguéis, outros indicadores como IVAR (Índice de Variação de Aluguéis Residenciais, calculado pelo FGV IBRE), o IPC: Índice de Preços ao Consumidor, divulgado pela FIPE) e o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor, divulgado pelo IBGE) também são opções.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apesar de neste momento o IGP-M estar mais baixo, ele acaba sendo mais volátil e difícil de prever, justamente por variar de acordo com o dólar. Dessa forma, o inquilino e até mesmo o proprietário se colocam numa posição de maior risco diante de contratos ajustados por este índice. No longo prazo, também é possível que ele aumente para além dos demais indexadores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No caso do IPCA, ele é constantemente revisado e há inúmeras previsões (que mudam semana a semana) para entender como ele deve se comportar. Além disso, há um esforço do próprio Banco Central de mantê-lo controlado, a partir da política monetária de aumento ou corte de juros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em uma simulação, o DataZap+ utilizou um contrato de aluguel no valor hipotético de R$ 1 mil, sem contar com taxas condominiais, e avaliou a variação da mensalidade, ano a ano, de acordo com três indexadores: IPCA, IGP-M e IVAR. O exercício considerou o período de março de 2020, na eclosão da pandemia, até março deste ano. O cálculo, que englobou os reajustes anuais (acumulado de 12 meses), apontou que os contratos corrigidos pelo IGP-M seriam aquelas com maior alta acumulada no período.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Uma das vantagens do IPCA é que ele é menos sensível à volatilidade do câmbio em comparação com o IGP-M. Mas é preciso ressaltar que qualquer que seja o índice definido, a recomendação é escolher aquele que reflita a real valorização do imóvel, sendo o valor factível para a manutenção do contrato tanto para o proprietário quanto para o inquilino”, finaliza Larissa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/thumbnail_IMG_1498.jpg" length="67477" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 22 May 2023 17:32:22 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>SC tem a maior taxa de trabalhadores com carteira assinada do país</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/sc-tem-a-maior-taxa-de-trabalhadores-com-carteira-assinada-do-pais</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nos primeiros três meses do ano, 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           88,2%
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            dos catarinenses empregados no setor privado tinham a carteira de trabalho assinada, o maior percentual do país.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Consequentemente, a taxa de informalidade se manteve a menor entre os estados, totalizando 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           1 milhão e 14 mil pessoas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , ao menos 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           26,1%
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            das 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           3,9 milhões
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            de pessoas ocupadas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os dados foram divulgados nesta quinta-feira, dia 18, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Santa Catarina
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            também registrou a segunda menor taxa de desocupação do país, com
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            3,8%
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , atrás apenas de 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Rondônia (3,2%) 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           e abaixo da média nacional, de 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           8,8%
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A taxa de desocupação é a razão entre as pessoas desocupadas e as pessoas que estão na força de trabalho. Além disso, número de trabalhadores informais diminuiu
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            1,8%
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            em relação ao último trimestre do ano passado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, o estado alcançou o segundo maior nível de ocupação entre as 27 unidades da federação, com 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           64,3%
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           População ocupada por atividades econômicas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A atividade de 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           alojamento e alimentação (13,7%) 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           teve o maior crescimento percentual de pessoas ocupadas no primeiro trimestre, com 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           19 mil
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            pessoas a mais que no anterior. Também avançou a atividade de 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           transporte, armazenagem e correio (0,9%)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , com 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           2 mil 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           pessoas a mais que no quarto trimestre do ano passado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Trabalho por conta própria 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cerca de 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           24,4%
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            da população ocupada em 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Santa Catarina 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           no primeiro trimestre era formada por pessoas que trabalhavam por conta própria. Isso quer dizer que das 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           3,9 milhões 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           de pessoas ocupadas, cerca de 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           948 mil 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           trabalhavam por conta própria.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O trabalhador por conta própria é aquele que trabalha em seu próprio negócio ou empresa, sozinho ou com sócio, sem ter empregado e contando ou não com a ajuda de trabalhador não remunerado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/thumbnail_IMG_1331.jpg" length="105273" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 19 May 2023 16:27:41 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.arteaempreendimentos.com.br/sc-tem-a-maior-taxa-de-trabalhadores-com-carteira-assinada-do-pais</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/thumbnail_IMG_1331.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/thumbnail_IMG_1331.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Snic: Venda de cimento cai 11,6% em abril, na base anual</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/snic-venda-de-cimento-cai-11-6-em-abril-na-base-anual</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A venda de cimento no país recuou 11,6% em abril, na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo o Sindicato Nacional da Indústria de Cimento (Snic). No período foram comercializadas 4,58 milhões de toneladas do material.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A média de venda por dia útil ficou em 223,3 mil toneladas, recuo de 7% ante abril de 2022, mas um aumento de 3,4% sobre março deste ano. De acordo com o Snic, a alta em relação ao mês anterior tem influência dos feriados de abril.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No acumulado dos quatro primeiros meses do ano, foram vendidas 19,4 milhões de toneladas de cimento, queda de 3,4% ante o mesmo período de 2022.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Já a venda acumulada dos últimos 12 meses recuou 2,9% ante o intervalo anterior, para 62 milhões de toneladas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Segundo a entidade, a instabilidade na economia, o aumento no desemprego, a lenta recuperação dos salários e os juros ainda em patamar alto são fatores que levaram à queda da venda de cimento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Os resultados apontam para um preocupante desempenho da indústria do cimento frente as discussões da Lei Básica do Saneamento, do arcabouço fiscal, incertezas quanto a evolução da reforma tributária e a falta de perspectiva de uma redução da taxa básica de juros”, afirmou, em nota, Paulo Camillo Penna, presidente do Snic.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Também persiste ainda, de acordo com ele, uma pressão de custo dos insumos do setor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/IMG_1024.jpg" length="168641" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 12 May 2023 13:52:57 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.arteaempreendimentos.com.br/snic-venda-de-cimento-cai-11-6-em-abril-na-base-anual</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/IMG_1024.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Construção civil tem inflação de 0,23% em abril</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/construcao-civil-tem-inflacao-de-0-23-em-abril</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Índice Nacional de Custo da Construção-M (INCC-M), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou inflação de 0,23% em abril deste ano. A taxa é maior que a de março (0,18%), mas menor que a de abril de 2022 (0,87%). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com o resultado, o INCC-M acumula inflação de 0,93% no ano e de 7,48% em 12 meses. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/thumbnail_image_6483441.jpg" length="164044" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 03 May 2023 15:07:30 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>FIPE e ABRAINC registram aumento de 7,7% nas vendas de imóveis em relatório mensal</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/fipe-e-abrainc-registram-aumento-de-7-7-nas-vendas-de-imoveis-em-relatorio-mensal</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O indicador mensal realizado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) em parceria com a ABRAINC aponta um crescimento de 7,7% na venda de imóveis no acumulado dos 12 meses encerrados em janeiro/23.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O segmento de Médio e Alto Padrão (MAP) iniciou o ano como destaque, tendo registrado uma elevação de 59,1%, com 46.885 empreendimentos vendidos de fevereiro de 2022 a janeiro de 2023.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outro ponto relevante para o setor, no período, foi a alta de 19,2% nas entregas. Em 12 meses, encerrados em janeiro de 2023, 91.383 unidades foram transferidas a novos moradores. Deste total, 11.976 são de imóveis do MAP e 77.315 do MCMV.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/thumbnail_noticia-amc-7-7-blog+%281%29.png" length="1181737" type="image/png" />
      <pubDate>Tue, 18 Apr 2023 19:16:15 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.arteaempreendimentos.com.br/fipe-e-abrainc-registram-aumento-de-7-7-nas-vendas-de-imoveis-em-relatorio-mensal</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/thumbnail_noticia-amc-7-7-blog+%281%29.png">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Mais uma conquista da AMC: formalizamos a certificação da ISO9001 e PBQP-h nível A para a AMC</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/mais-uma-conquista-da-amc-formalizamos-a-certificacao-da-iso9001-e-pbqp-h-nivel-a-para-a-amc</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Certificação conquistada! &amp;#55356;&amp;#57225;&amp;#55357;&amp;#56399;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Anunciamos com prazer a ISO 9001 e PBQP-h nível A para a AMC, resultado do nosso compromisso com a qualidade e excelência em nossos processos. Mas isso não marca o fim do nosso caminho.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Precisamos manter e melhorar continuamente nossos processos para refletir na satisfação do cliente e qualidade do produto final. A certificação traz uma maior responsabilidade em manter nossa qualidade em dia e melhorar nosso desempenho.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Parabéns a todos os envolvidos!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/certificac-a-o-blog.png" length="1131783" type="image/png" />
      <pubDate>Tue, 18 Apr 2023 13:51:07 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.arteaempreendimentos.com.br/mais-uma-conquista-da-amc-formalizamos-a-certificacao-da-iso9001-e-pbqp-h-nivel-a-para-a-amc</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>INCC-M desacelera a 0,21% em fevereiro, de 0,32% em janeiro, afirma FGV</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/incc-m-desacelera-a-0-21-em-fevereiro-de-0-32-em-janeiro-afirma-fgv</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M) desacelerou a 0,21% em fevereiro, ante alta de 0,32% em janeiro, informou nesta sexta-feira, 24, a Fundação Getulio Vargas (FGV). A alta acumulada em 12 meses pelo indicador passou de 9,05% para 8,76%. O arrefecimento do INCC-M foi puxado pelo componente Mão de obra (0,77% para 0,10%), enquanto Materiais, Equipamentos e Serviços acelerou (-0,12% para 0,32%).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nas aberturas, Serviços avançou de 0,53% em janeiro para 1,10% em fevereiro, com destaque para a aceleração do item projetos (0,18% para 1,87%). Materiais e Equipamentos subiu a 0,16%, após deflação de 0,26%, com destaque para a aceleração do item materiais para estrutura (-0,55% para -0,06%).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Influências
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As principais influências de baixa sobre o INCC-M de fevereiro foram condutores elétricos (1,71% para -0,74%), cimento Portland comum (-3,77% para -0,30%) e massa de concreto (0,12% para -0,17%), seguidos por madeira para telhados (-0,07% para -0,34%) e ferragens para esquadrias (0,77% para -0,27%).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em contrapartida, puxaram o resultado para cima os itens projetos (0,18% para 1,87%), elevador (1,14% para 0,81%), engenheiro (0,44% para 0,60%), seguidos por servente (0,93% para 0,22%) e refeição pronta no local de trabalho (0,17% para 1,17%).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Capitais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O INCC-M desacelerou em apenas uma das sete capitais pesquisadas pela FGV em fevereiro: Belo Horizonte (3,17% para 0,04%). Em contrapartida, Salvador (0,45% para 0,54%), Recife (0,13% para 0,24%), Rio de Janeiro (-0,04% para 0,22%), São Paulo (-0,11% para 0,21%), Brasília (-0,15% para 0,21%) e Porto Alegre (-0,16% para 0,08%) apresentaram acréscimo em suas taxas de variação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 01 Mar 2023 20:26:42 GMT</pubDate>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Conheça algumas características e as faixas do novo Minha Casa, Minha Vida</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/conheca-algumas-caracteristicas-e-as-faixas-do-novo-minha-casa-minha-vida</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O novo Minha Casa, Minha Vida retoma prioridade de subsídio para faixas mais vulneráveis e amplia grupos de beneficiários
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Minha Casa, Minha Vida foi retomado oficialmente nesta terça, 14/2. O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou em Santo Amaro (BA) uma Medida Provisória que moderniza o programa habitacional e enfatiza a prioridade ao atendimento da Faixa 1, voltada a pessoas de baixa renda. A intenção do Governo Federal é contratar 2 milhões de obras até 2026.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O programa é voltado para residentes em áreas urbanas com renda bruta familiar mensal de até R$ 8 mil e famílias de áreas rurais com renda bruta anual de até R$ 96 mil. Esse valor não leva em conta benefícios temporários, assistenciais ou previdenciários, como auxílio-doença, auxílio-acidente, seguro-desemprego, Benefício de Prestação Continuada (BPC), Bolsa Família.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A divisão de acordo com faixas de renda é assim:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           a) Faixa Urbano 1 – renda bruta familiar mensal até R$ 2.640
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           b) Faixa Urbano 2 – renda bruta familiar mensal de R$ 2.640,01 a R$ 4.400 e
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           c) Faixa Urbano 3 – renda bruta familiar mensal de R$ 4.400,01 a R$ 8.000
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No caso das famílias residentes em áreas rurais:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           a) Faixa Rural 1 – renda bruta familiar anual até R$ 31.680
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           b) Faixa Rural 2 – renda bruta familiar anual de R$ 31.680,01 até R$ 52.800 e
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           c) Faixa Rural 3 – renda bruta familiar anual de R$ 52.800,01 até R$ 96.000
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A aposta do Governo Federal com o Minha Casa, Minha Vida é gerar trabalho e renda, promover o desenvolvimento econômico e social e ampliar a qualidade de vida da população. As habitações podem ser oferecidas sob forma de cessão, doação, locação, comodato, arrendamento ou venda, mediante financiamento ou não.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Há uma lista de requisitos que direcionam aplicação dos recursos do Orçamento da União e de diversos fundos que ajudam a compor o Minha Casa, Minha Vida. Um deles é que o título das propriedades seja prioritariamente entregue a mulheres.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre os outros requisitos, estão:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           » Famílias que tenham uma mulher como responsável pela unidade familiar.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           » Famílias que tenham na composição familiar pessoas com deficiência, idosos e crianças e adolescentes
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           » Famílias em situação de risco e vulnerabilidade
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           » Famílias em áreas em situação de emergência ou de calamidade
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           » Famílias em deslocamento involuntário em razão de obras públicas federais
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           » Famílias em situação de rua
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Minha Casa, Minha Vida vem para enfrentar um passivo expressivo. O país tem mais de 281 mil pessoas em situação de rua (estudo preliminar do IPEA, 2022), um déficit habitacional de 5,9 milhões de domicílios (2019) e outros 24,8 milhões com algum tipo de inadequação. Adicionalmente, há mais de 5,1 milhões de domicílios em comunidades (IBGE 2019), concentrados nas grandes cidades do Sudeste e do Nordeste e com crescimento expressivo na Região Norte.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ACESSIBILIDADE E SUSTENTABILIDADE – Os projetos, obras e serviços do Minha Casa, Minha Vida devem levar em consideração aspectos de acessibilidade e sustentabilidade. As unidades precisam ser adaptáveis e acessíveis ao uso por pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas, e devem ter atenção à sustentabilidade social, econômica, ambiental e climática, com preferência por fontes de energia renováveis, equipamentos de maior eficiência energética e materiais de construção de baixo carbono, incluídos aqueles oriundos de reciclagem.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O novo programa prevê cinco linhas de ação:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           » Subsidiar parcial ou totalmente unidades habitacionais novas em áreas urbanas ou rurais
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           » Financiar unidades habitacionais novas ou usadas em áreas urbanas ou rurais
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           » Locação social de imóveis em áreas urbanas
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           » Provisão de lotes urbanizados
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           » Melhoria habitacional em áreas urbanas e rurais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           fonte: publicidadeimobiliaria.com
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/novo-mcmv-1068x723.png" length="957802" type="image/png" />
      <pubDate>Thu, 16 Feb 2023 19:14:05 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.arteaempreendimentos.com.br/conheca-algumas-caracteristicas-e-as-faixas-do-novo-minha-casa-minha-vida</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Setores da cadeia de construção vão investir R$ 2,7 tri até 2030, diz associação</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/setores-da-cadeia-de-construcao-vao-investir-r-2-7-tri-ate-2030-diz-associacao</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estudo da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias indica aposta em novas tecnologias e parcerias em ramo que, só em 2021, teve 3,7 milhões de empregos e R$ 2,3 tri em receitas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) e a Deloitte divulgaram o estudo “Produtividade e Oportunidades para a Cadeia da Construção Civil” nesta quinta-feira (8). Até 2030, os setores da cadeia de construção vão investir R$2,7 trilhões, gerar mais empregos e investir em tecnologia para otimizar processos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A previsão é de que os três setores da cadeia de construção realizem ao todo investimentos de R$ 2,7 trilhões no período de 2021 a 2030 – o correspondente a US$ 530 bilhões, considerando a projeção para o dólar neste período.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O estudo foi feito com 144 empresas e entidades mais dados do IBGE. “A troca de informações e o diálogo com todos os elos que envolvem o setor são o caminho para aumentar a competitividade”, diz Luiz França, presidente da Abrainc.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em 2021, o estudo apurou a existência de 23 mil empresas na cadeia de construção que geram R$2,3 trilhões de receitas líquidas. O setor paga R$443 bilhões em impostos e gera mais de 3,7 milhões de empregos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A cadeia é composta por obras de engenharia e infraestrutura, construção de edifícios, serviços de engenharia e infraestrutura, fornecedores de insumos e indústria de base.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ramo aposta nas startups para se incorporar a um ecossistema mais tecnológico para otimizar gastos e produtividade. Esta base prevê aumentar os investimentos em tecnologia em até 10% entre 2022 e 2023.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Eles são voltados para treinamentos e investimentos em áreas relacionadas a projetos, incluindo as funções de desenvolvimento, gestão de cronograma, orçamento e planejamento. A expectativa é ganhar até 72% em eficiência com incorporação de novas tecnologias.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A cadeia de construção soma mais de R$300 bilhões em gastos com pessoal, sendo 44% em salários.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Houve aumento da escolaridade dos trabalhadores da construção civil entre 2007 e 2020. Os índices médios de analfabetismo ou formação básica caíram e aumentaram os de ensino médio e superior completos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para a pesquisa, existem vários desafios a serem superados com a necessidade de melhorias na integração na cadeia, uso de tecnologia, escassez de fornecedores, mão de obra, prazos de fornecimento e gestão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A imprevisibilidade de custos é o principal desafio enfrentado pelas empresas dos setores de Construção e incorporação e de Serviços relacionados com 79% das queixas, além da eficiência da mão de obra e aumento dos custos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           fonte: portal cnn brasil
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/blog+amc1.PNG" length="447840" type="image/png" />
      <pubDate>Tue, 14 Feb 2023 17:25:25 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Itapema ultrapassa Vitória e se torna o 2° metro quadrado mais caro do Brasil</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/itapema-ultrapassa-vitoria-e-se-torna-o-2-metro-quadrado-mais-caro-do-brasil</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cidade está agora só atrás da vizinha Balneário Camboriú, que é o metro quadrado mais caro do país desde março de 2022
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Itapema, no Litoral Norte de Santa Catarina, é a cidade com o terceiro metro quadrado mais caro do Brasil, segundo o ranking FipeZap, que avalia o valor da venda dos imóveis no país. Essa é a segunda cidade da região a ocupar o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           top 5 do ranking
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . A primeira segue sendo Balneário Camboriú.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Até novembro, a terceira colocação era de São Paulo. Já de acordo com o relatório de dezembro, divulgado nesta quarta-feira (11), Itapema passou a “terra da garoa”. Veja os valores:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Balneário Camboriú (SC) – 11.447 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vitória (ES) – R$ 10.481
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Itapema (SC) – R$ 10.303 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           São Paulo (SP) – R$ 10.196
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Rio de Janeiro (RJ) – R$ 9.860
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Florianópolis (SC) – R$ 9.569 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Itajaí (SC) – R$ 9.380 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Brasília (DF) – R$ 8.726
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Curitiba (PR) – R$ 8.522
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Barueri (SP) – R$ 8.354
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Média ponderada (50 cidades) – R$ 8.321 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Crescimento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Só em 2022, o metro quadrado em Itapema aumentou 16,55%. Balneário Camboriú teve uma variação positiva de 21,73%, a maior entre as cidades avaliadas pelo índice, que teve uma média de 6,16%.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A média de crescimento analisada pelo FipeZap é maior que o IPCA (Índice de preços no consumidor), que aponta a variação do custo de vida médio, com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), e maior que o IGP-M, dado da FGV (Fundação Getulio Vargas) que também mede a inflação. Em 2022, a estimativa do IPCA foi de + 5,79%, e do IGP-M, de 5,45%.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O dado da FipeZap também é o maior crescimento desde 2014, quando o índice alcançou o crescimento de 6,70%. Em 2017 e 2018, o índice chegou a alcançar números abaixo de zero: 2017 foi de -0,53%, e em 2018, -0,21%. Em 2019, o índice ficou totalmente zerado, e voltou a crescer a partir de 2020.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           fonte: ndmais.com.br
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/canto-da-praia-7-itapema-800x533.webp" length="28146" type="image/webp" />
      <pubDate>Tue, 07 Feb 2023 00:36:05 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Com ‘cidade planejada’, Tijucas entra na lista das 50 melhores do Brasil</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/com-cidade-planejada-tijucas-entra-na-lista-das-50-melhores-do-brasil</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pesquisa da Austin Rating, em parceria com a Editora Três, aponta o município no 41° lugar entre as 50 melhores cidades do país
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/istockphoto-1408305045-170667a.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com projeto de ‘cidade planejada’, Tijucas na Grande Florianópolis, vem ganhando destaque no cenário nacional. Segundo pesquisa da Austin Rating, em parceria com a Editora Três, o município está entre as 50 melhores cidades do Brasil.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O município está em 41º lugar entre os de pequeno porte que obtiveram as melhores colocações entre as 5.565 cidades brasileiras analisadas na pesquisa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O resultado é fruto dos recentes investimentos anunciados por grupos investidores na cidade, com foco no desenvolvimento sustentável e alinhados aos conceitos de ESG. Soma também a este cenário o trabalho desenvolvido pela gestão municipal da cidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O prefeito Eloi Mariano Rocha (PSD) destacou justamente este viés do desenvolvimento. “Temos grande potencial, estamos investindo em diversos segmentos e sempre focando nos benefícios aos nossos cidadãos. O desenvolvimento econômico cresce em ritmo acelerado também pela política de atração e retenção de investimentos”, destaca.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O empresário Luiz Carlos Gallotti Bayer, CEO da Verde &amp;amp; Azul Urbanismo, responsável pelo projeto de “cidade planejada” em uma região próxima a Tijucas destaca ainda que essa colocação é fruto do olhar para o desenvolvimento ordenado e sustentável, com foco nas pessoas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Nossa família possui uma área há mais de 100 anos, com mais de 4,3 milhões de metros quadrados e poderíamos ter apenas pensado em lotear o espaço. Mas nossas raízes com a cidade nos levaram para outro planejamento, nosso conceito é trazer um empreendimento que prioriza a harmonia entre as pessoas e a natureza, em um local repleto de mata nativa e nascentes de cursos d’água”, explica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O crescimento da cidade também está alinhada a pesquisa realizada pela Abrainc (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias) em parceria com a Brain Inteligência Estratégica que apresentou um raio-x sobre as tendências e preferências dos consumidores sobre o mercado imobiliário.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dentre os destaques, a pesquisa revelou que 57% dos entrevistados buscam imóveis que tenham espaços arejados e integrados com a natureza.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dos respondentes, 56% relataram, ainda, que estariam dispostos a pagar mais por um imóvel com tecnologia verde. O levantamento ouviu 14 mil brasileiros em 2021, dentre eles, 850 pessoas que compraram imóveis no último ano.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda sobre tendências de mercado, outra pesquisa publicada pela Brain, em setembro do último ano, intitulada “Imóveis sustentáveis viram tendência”, que apontou as principais tendências do comportamento dos consumidores frente ao mercado imobiliário.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre as questões abordadas, foi dado destaque para a sustentabilidade: 80% dos entrevistados que buscam um empreendimento para morar têm a questão do meio ambiente entre as prioridades. Para eles, é indispensável o imóvel ter áreas verdes no quintal ou no entorno.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cada vez mais preocupados em viver com qualidade e bem-estar, hoje os consumidores experimentam novas mudanças no mercado imobiliário. Tais movimentos já eram percebidos há anos, mas ficaram mais intensos com a chegada da pandemia do novo coronavírus, quando a moradia tomou nova perspectiva na vida dos consumidores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Bayer acredita que as crescentes buscas por empreendimentos que atendam critérios de sustentabilidade ganham ainda mais destaque com a nova visão sobre o papel da natureza do dia a dia das pessoas e a valorização da integração do ambiente residencial com o ambiente corporativo de forma a gerar uma simbiose produtiva.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “É perceptível a maior preocupação com sustentabilidade e uso inteligente dos recursos, pois a população está cada vez mais consciente de que os recursos naturais não são ilimitados. Se não os explorarmos com responsabilidade, nossas gerações e as futuras podem viver em um planeta degradado. Isso reduz a possibilidade de crescimento econômico, afetando a prosperidade de todos nós”, destaca o empresário.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           fonte: portal ndmais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/istockphoto-1408305045-170667a.jpeg" length="111321" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 17 Jan 2023 15:39:47 GMT</pubDate>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Marco do saneamento: Por que ele é importante e o que já mudou no País</title>
      <link>https://www.arteaempreendimentos.com.br/marco-do-saneamento-por-que-ele-e-importante-e-o-que-ja-mudou-no-pais</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nova regulação ampliou os investimentos públicos e privados no setor; neste ano, eles devem somar R$ 24,6 bilhões, de acordo com a Inter.B Consultoria
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/647d2f07/dms3rep/multi/obras-de-saneamento.webp"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os indicadores de saneamento básico se transformaram num dos problemas sociais mais gritantes do Brasil. São quase 35 milhões de brasileiros sem acesso à água tratada e 95 milhões não têm coleta e tratamento de esgoto. O resultado dessa realidade perversa é que o País registra perdas bilionárias, que passam por economia, saúde e educação.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Aprovado em 2020, o marco do saneamento tem conseguido ampliar os recursos destinados para o setor e começa a contribuir para um cenário menos vergonhoso. Os investimentos público e privado têm crescido ano a ano e devem somar R$ 24,6 bilhões em 2023, segundo um estudo produzido pela Inter.B Consultoria.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           R$ 7 bilhões da loteria Mega Millions saem para um único bilhete
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           "O Brasil teve uma negligência histórica (com saneamento)", afirma Gesner Oliveira, sócio da consultoria GO Associados e ex-presidente da Sabesp. "É uma tragédia social metade da população não ter esgotamento sanitário."
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           De forma geral, a universalização do saneamento pode resultar em R$ 1,4 trilhão de benefícios socioeconômicos para o Brasil até 2040, segundo o Instituto Trata Brasil. Apenas a melhoria da produtividade do trabalho traria um impacto positivo de R$ 437,9 bilhões. Haveria ainda aumento da renda com turismo e valorização do mercado imobiliário e reduções no gasto com saúde.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           "Existe uma correlação direta entre o acesso ao saneamento e a redução do atraso escolar", afirma Luana Pretto, presidente do Instituto Trata Brasil. "Quando há saneamento básico, o aluno fica menos doente, se dedica mais aos estudos, provavelmente, vai ter uma melhor nota no Enem e, consequentemente, uma renda maior no futuro." Descontando a despesa com investimentos, o ganho líquido seria de R$ 815,7 bilhões.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Metas ambiciosas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           As metas definidas pelo marco do saneamento para água tratada e coleta de esgoto são consideradas ambiciosas. Para dar conta de cumpri-las, a Abcon estima que serão necessários R$ 893,3 bilhões em investimentos até 2033. Entre 2023 e 2026, portanto no atual governo, o País precisará de R$ 308,1 bilhões para alcançar esse montante.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           "É importante garantir a continuidade da harmonização e qualificação da regulação pela ANA, que dão a estabilidade institucional e jurídica, que são fundamentais para atrair investimentos e garantir qualidade na prestação dos serviços de saneamento básico", afirma a CEO da BRK, Teresa Vernaglia. A empresa pagou R$ 2 bilhões em outorga pela concessão dos serviços de água e esgoto da região metropolitana de Maceió (AL) em setembro de 2020 - foi o primeiro leilão depois da aprovação do marco.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Somente neste ano, os leilões previstos devem garantir R$ 24,45 bilhões em investimentos, segundo a Abcon. "Há um conjunto de projetos que estão no BNDES. Em tese, esses projetos em curso devem seguir, até ordem, representando uma parte importante (dos investimentos)", diz Percy Soares, diretor da entidade.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Além de encaminhar com clareza o papel da ANA, a avaliação dos especialistas é que o marco ainda precisa de s ajustes. "O marco foi essencial para destravar a abertura do mercado. Agora, ele precisa de aprimoramentos", diz Marilene Ramos, diretora de relações institucionais e sustentabilidade do Grupo Águas do Brasil, que venceu o leilão de concessão dos serviços de saneamento de um dos blocos da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae) no fim de 2021. "Uma questão central é a forma de organização da regionalização e dar mais flexibilidade para esse modelo."
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A regionalização dos municípios é estabelecida por uma lei definida em cada assembleia legislativa. A formação dos blocos unindo municípios de alta e baixa atratividade para os investidores é importante para garantir o sucesso dos leilões.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           fonte: portal terra
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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      <pubDate>Thu, 12 Jan 2023 16:43:06 GMT</pubDate>
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      <title>Mais de 123 mil empresas foram abertas de janeiro a novembro em SC</title>
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      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre janeiro e novembro deste ano, Santa Catarina registrou a abertura de 200.245 empresas. No mesmo período, foram extintas 76.741 empresas, garantindo, assim, um saldo positivo de 123.504 negócios abertos. Atualmente, são 1,04 milhão de empresas ativas no estado.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios (51.462), cabeleireiros, manicure e pedicure (35.337) e obras de alvenaria (35.267) são as principais atividades econômicas do estado abertas no período.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A região Sul foi a segunda com mais empresas abertas: 673.296, com um saldo positivo de 382.833 perdendo apenas para o Sudeste.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           No Brasil foram abertas mais de 3,62 milhões de empresas. Levando-se em conta o número de empresas extintas no mesmo período, o saldo ficou positivo em 2.067.588 de novos negócios. No total, o país conta com cerca de 20 milhões de empresas ativas.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Os dados são do Mapa de Empresas, produzido pelo Ministério da Economia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           fonte: site economia sc
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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      <pubDate>Wed, 28 Dec 2022 16:55:31 GMT</pubDate>
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